Logotipo do IngressoLink
Imagem do Leitura de portfólio no Plano B
Cursos e Workshops

13 de mar a 14 de mar

Leitura de portfólio no Plano B

Tiradentes - MG

Imagem do Leitura de portfólio no Plano B
InícioEventosLeitura de portfólio no Plano B

Sobre o evento

Leitura de Portfólio Plano B Tiradentes + Festival Foto em Pauta O Plano B Tiradentes, em parceria com o Festival Foto em Pauta, promove uma sessão especial de Leituras de Portfólio, criando um espaço de encontro, escuta e troca entre fotógrafos e avaliadores convidados. Cada conversa tem duração de 20 minutos e é dedicada ao diálogo sobre processos, narrativas e possíveis caminhos para o desenvolvimento do trabalho apresentado. 20 minutos Mais do que uma avaliação técnica, a proposta é oferecer um olhar atento, levantar questões e sugerir desdobramentos para cada projeto. Vagas limitadas por horário. Leitores: Ana Sabiá  é artista visual, pesquisadora e professora de fotografia. Doutora em Artes Visuais pela UDESC, atua com pesquisas e práticas fotográficas desenvolvidas a partir do corpo, surrealismo e auto-representação como estratégia crítica de temas que perpassam feminismos, identidades, poesia, literatura, psicanálise e autobiografia na fotografia contemporânea e na criação de livros de artista. Autora dos fotolivros premiados “Do porão ao sótão" (Prêmio Foto em Pauta, 2021) e “Jogo de Paciência” (ed. Tempo d’Imagem + Lovely House, 2023). Em 2024, conquista o 2° lugar do Prêmio Conrado Wessel de Fotografia, além do Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Em 2025, lança o projeto “Madonnas e Fridas" com inúmeras ações artístico-políticas sobre maternidades e fotografia. Site:  www.anasabia.com Ana Sabiá é artista visual, pesquisadora e professora de fotografia. Doutora em Artes Visuais pela UDESC, atua com pesquisas e práticas fotográficas desenvolvidas a partir do corpo, surrealismo e auto-representação como estratégia crítica de temas que perpassam feminismos, identidades, poesia, literatura, psicanálise e autobiografia na fotografia contemporânea e na criação de livros de artista. Autora dos fotolivros premiados “Do porão ao sótão" (Prêmio Foto em Pauta, 2021) e “Jogo de Paciência” (ed. Tempo d’Imagem + Lovely House, 2023). Em 2024, conquista o 2° lugar do Prêmio Conrado Wessel de Fotografia, além do Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Em 2025, lança o projeto “Madonnas e Fridas" com inúmeras ações artístico-políticas sobre maternidades e fotografia. Site: www.anasabia.com Denise Camargo descobriu na escrita e nas imagens fotográficas a matéria para sua produção artística. Suas questões permeiam a poética das relações, as matrizes ancestrais africanas, em uma abordagem autobiográfica para diversas formas de expressão artística: em sala de aula, na gestão de projetos, na curadoria como prática artística, na escrita e leitura performativas, no fotografar e em seu viver. Em sua trajetória reúne exposições e premiações.  É professora do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, na área Métodos, processos e linguagens. À frente do Ateliê Oju desenvolve projetos socioculturais. Denise Camargo descobriu na escrita e nas imagens fotográficas a matéria para sua produção artística. Suas questões permeiam a poética das relações, as matrizes ancestrais africanas, em uma abordagem autobiográfica para diversas formas de expressão artística: em sala de aula, na gestão de projetos, na curadoria como prática artística, na escrita e leitura performativas, no fotografar e em seu viver. Em sua trajetória reúne exposições e premiações.  É professora do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, na área Métodos, processos e linguagens. À frente do Ateliê Oju desenvolve projetos socioculturais. Ateliê Oju Graduada pela École du Louvre, Emmanuelle Halkin é uma curadora independente e editora francesa que se consolidou como uma voz estratégica na fotografia contemporânea e no engajamento social. Desde 2014, integra o comitê artístico do coletivo Fetart, sendo peça-chave na seleção de talentos para o festival Circulation(s) no CENTQUATRE-Paris, a principal plataforma da jovem fotografia europeia. Crucialmente, atua como Diretora Artística das Rencontres Photographiques du 10e em nome do coletivo Fetart, reforçando sua liderança na cena fotográfica parisiense. Com notável expertise em arquivos visuais, foi também codiretora do The Anonymous Project entre 2017 e 2021, assinando a curadoria da aclamada exposição The House no festival Rencontres d’Arles. Atualmente, colabora ainda como curadora associada no polo fotográfico Diaphane, unindo seu rigor acadêmico à atuação como jurada internacional e consultora editorial na construção de novas narrativas visuais. Graduada pela École du Louvre, Emmanuelle Halkin é uma curadora independente e editora francesa que se consolidou como uma voz estratégica na fotografia contemporânea e no engajamento social. Desde 2014, integra o comitê artístico do coletivo Fetart, sendo peça-chave na seleção de talentos para o festival Circulation(s) no CENTQUATRE-Paris, a principal plataforma da jovem fotografia europeia. Crucialmente, atua como Diretora Artística das Rencontres Photographiques du 10e em nome do coletivo Fetart, reforçando sua liderança na cena fotográfica parisiense. Com notável expertise em arquivos visuais, foi também codiretora do The Anonymous Project entre 2017 e 2021, assinando a curadoria da aclamada exposição Emmanuelle Halkin The House no festival Rencontres d’Arles. Atualmente, colabora ainda como curadora associada no polo fotográfico Diaphane, unindo seu rigor acadêmico à atuação como jurada internacional e consultora editorial na construção de novas narrativas visuais. Diaphane Gabriela Sá (Natal/RN, 1988) é artista-pesquisadora, doutora e mestra em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desenvolve trabalhos em diversos meios, tendo participado de exposições nacionais em Belo Horizonte/MG, Juiz de Fora/MG, Tiradentes/MG, Belém/PA, além de exposições coletivas internacionais na Colômbia, no Reino Unido e no México. Atua como curadora no Festival de Fotografia de Tiradentes desde 2016. Gabriela Sá (Natal/RN, 1988) é artista-pesquisadora, doutora e mestra em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desenvolve trabalhos em diversos meios, tendo participado de exposições nacionais em Belo Horizonte/MG, Juiz de Fora/MG, Tiradentes/MG, Belém/PA, além de exposições coletivas internacionais na Colômbia, no Reino Unido e no México. Atua como curadora no Festival de Fotografia de Tiradentes desde 2016. UFMG Glaucia Nogueira é co-fundadora da plataforma IANDÊ ( a fotografia brasileira na França). Sua missão : buscar mais espaço para a fotografia brasileira na Europa. Está interessada em projetos que vão além da imagem, onde o processo torna-se parte integrante da obra, e principalmente , que tragam algum engajamento com questões contemporâneas. Glaucia, trabalha com imagem e curadoria, diretora de filmes institucionais e fotógrafa.  Também é formada em história da Arte pela Escola do Louvre.Formada  em Comunicação pela PUCMG e Cinema e Fotografia. Membro da comissão de seleção do acervo fotográfico brasileiro da BnF e da Rede dos Produtores de fototografia do Brasil. Glaucia Nogueira Também é formada em história da Arte pela Escola do Louvre. Formada  em Comunicação pela PUCMG e Cinema e Fotografia. Membro da comissão de seleção do acervo fotográfico brasileiro da BnF e da Rede dos Produtores de fototografia do Brasil. João Castilho trabalha com fotografia em campo expandido. O fotográfico, na base de seu pensamento artístico, assume a forma de séries, fotoinstalações, colagens e curadorias. Doutorando em Artes pela UFMG, mestre em Artes pela mesma instituição e pós-graduado em Artes e Contemporaneidade pela Escola Guignard. Ganhou a Bolsa de Fotografia do Instituto Moreira Salles/Revista Zum, o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte, entre outros. Realizou, junto com Pedro David, a curadoria das exposições Cosmopolíticas (2022), Outros Outros (2023), Eztetyka da Terra (2024), Ecosofias (2025), entre outras, em colaboração com o Festival de Fotografia de Tiradentes. João Castilho trabalha com fotografia em campo expandido. O fotográfico, na base de seu pensamento artístico, assume a forma de séries, fotoinstalações, colagens e curadorias. Doutorando em Artes pela UFMG, mestre em Artes pela mesma instituição e pós-graduado em Artes e Contemporaneidade pela Escola Guignard. Ganhou a Bolsa de Fotografia do Instituto Moreira Salles/Revista Zum, o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte, entre outros. Realizou, junto com Pedro David, a curadoria das exposições Cosmopolíticas (2022), Outros Outros (2023), Eztetyka da Terra (2024), Ecosofias (2025), entre outras, em colaboração com o Festival de Fotografia de Tiradentes. Mônica Maia (São Paulo, SP, 1963) é editora e curadora de fotografia e produtora cultural. Idealizadora do projeto Mulheres Luz, plataforma que tem como objetivo visibilizar, difundir e democratizar o acesso aos conteúdos produzidos por fotógrafas e mulheres da Imagem. Mulheres Luz realizou dois festivais e edita uma revista com o mesmo nome. Sócia da DOC Galeria, espaço especializado em fotografia documental e fotojornalismo [2012-2022] e produtora da Mostra SP de Fotografia, ocupação do bairro da Vila Madalena, SP [2011-2022]. Foi fotógrafa e editora da Agência Estado, O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde [1987-2007] e colaboradora da Folha de S.Paulo [2008-2012]. Em 1999 foi a 1ª brasileira a ser jurada do World Press Photo e em 2024 retornou como jurada do WPP-América Latina. É membro do Joop Swart Masterclass, programa educacional da instituição. Foi curadora do 3º Encontro de Coletivos Fotográficos Ibero-Americanos - E.CO, em 2014, em Santos, SP. Atua como curadora do Programa Nova Fotografia do MIS-SP [2019-2024]. Com a DOC foi gestora da Galeria Nikon [2014-2016] e lançou a Foto Feira Cavalete com 13 edições. É colaboradora do Festival de Fotografia de Tiradentes, onde faz curadorias de convocatórias e mostras. Foi jurada de diversos prêmios de fotografia como Chico Albuquerque, CE [2019], Marc Ferrez, RJ [2024], Conrado Wessel, SP [2023-2024]. Atua em curadorias de exposições, edição de publicações, leituras de portfólios e acompanhamento de projetos. Realizou projetos pelos editais FUNARTE, ProAC-SP, Lei Federal de Incentivo à Cultura, Caixa Cultural e LAB - Lei Aldir Blanc. Mônica Maia Pedro David dedica-se a interpretar relações com seu ambiente, vivendo e trabalhando áreas limítrofes da urbanização, como o quadrilátero ferrífero (2009/2020), e a a área de proteção ambiental do Morro da Pedreira - Serra do Cipó (desde 2020). Pedro David dedica-se a interpretar relações com seu ambiente, vivendo e trabalhando áreas limítrofes da urbanização, como o quadrilátero ferrífero (2009/2020), e a a área de proteção ambiental do Morro da Pedreira - Serra do Cipó (desde 2020). Cria fotografias em diversos formatos, em que tensiona a aliança entre estética e política para investigar, através de figuras de linguagem, novas possibilidades de reconexão da humanidade com a natureza. Publicou os livros Homem Pedra (Origem, 2020), 360 Square Meters (Blue Sky Books, 2015), Fase Catarse (Autor - 2008), O Jardim (Funceb, 2012), Rota Raiz (Tempo D’Imagem, 2013) e Paisagem Submersa (Cosac Naify, 2008).Participa de coleções como: Art Museum of the Americas – OAS – EUA; Bibliotèque Nacionale de France – França; Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM-SP; Museu de Arte do Rio – MAR – RJ ; Coleção Joaquim Paiva – MAM-Rio; Musée du Quai Branly – França; Museu Nacional da República – DF.De suas mais recentes exposições individuais destacam-se: Em Colaboração com a Natureza, no Museu de Artes e Ofícios - Belo Horizonte - 2024; Mar de Morro, na Galeria BDMG Cultural - Belo Horizonte - 2022; Hardwood, na Blue Sky Gallery – Portland - EUA - 2018; e Extração Inframundo, na Galeria da Gávea – Rio de Janeiro - 2018.Realiza curadorias de exposições para o Festival de Fotografia de Tiradentes, como Ecosofias (2025) Eztetyka da Terra (2024), Outros Outros (2023) e Cosmopolíticas (2022). Publicou os livros Homem Pedra (Origem, 2020), 360 Square Meters (Blue Sky Books, 2015), Fase Catarse (Autor - 2008), O Jardim (Funceb, 2012), Rota Raiz (Tempo D’Imagem, 2013) e Paisagem Submersa (Cosac Naify, 2008). Participa de coleções como: Art Museum of the Americas – OAS – EUA; Bibliotèque Nacionale de France – França; Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM-SP; Museu de Arte do Rio – MAR – RJ ; Coleção Joaquim Paiva – MAM-Rio; Musée du Quai Branly – França; Museu Nacional da República – DF. De suas mais recentes exposições individuais destacam-se: Em Colaboração com a Natureza, no Museu de Artes e Ofícios - Belo Horizonte - 2024; Mar de Morro, na Galeria BDMG Cultural - Belo Horizonte - 2022; Hardwood, na Blue Sky Gallery – Portland - EUA - 2018; e Extração Inframundo, na Galeria da Gávea – Rio de Janeiro - 2018. Realiza curadorias de exposições para o Festival de Fotografia de Tiradentes, como Ecosofias (2025) Eztetyka da Terra (2024), Outros Outros (2023) e Cosmopolíticas (2022).

Dia e horário

De: Sexta, 13 de março de 2026 às 09:00

Até: Sábado, 14 de março de 2026 às 12:00

Como chegar

Plano B
Rua Ministro Gabriel Passos79
Centro, Tiradentes - MG

Comprar ingresso

Logotipo do Sympla

Comprar agora na Sympla

O IngressoLink não é o responsável pela venda de ingressos. Somos um divulgador que te leva para o site oficial de venda do evento. Certifique-se de verificar a política de privacidade e termos de uso do site de venda do evento antes de comprar.

Organizado por

Plano B Tiradentes