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Quinta, 12 de março

Peça Okama noSesc REGISTRO - SP - dia 12/03- quinta - 20h

Registro - SP

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Sobre o evento

ATENÇÃO! Este espetáculo contém aviso de gatilho. aviso de gatilho Atenção especial aos temas abordados: leia a recomendação completa ao final da descrição leia a recomendação completa ao final da descrição ESPETÁCULO OKAMA ESTREIA EM REGISTRO E UNE TEATRO, MEMÓRIA E AFETOSolo de Gabriel Saito, sob direção de Miwa Yanagizawa, une ancestralidade nipônica, memória afetiva e identidade em uma fábula contemporânea sobre pertencimento e resistênciaMisturando memória, ficção e fabulação, o ator e performer Gabriel Saito apresenta OKAMA, solo autoral que mergulha na história da imigração japonesa no Brasil a partir de sua vivência como artista nipo-brasileiro. O espetáculo que faz uma circulação pelo Estado de São Paulo, estreia em Registro com sessão dia 12 de março, quinta-feira, 20h, no Sesc Registro. Sob direção de Miwa Yanagizawa, o espetáculo propõe uma experiência sensorial e simbólica, evocando elementos da cultura nipônica para dar forma à história de uma “bicha-mestiça-amarela” em busca de reconexão com suas raízes. Ao visitar a ancestralidade com afeto e radicalidade, OKAMA atravessa temas como identidade, luto, migração e apagamento, transformando o palco em território de reinvenção.O título da peça, okama – termo pejorativo em japonês usado para se referir a homens homossexuais – é ressignificado por Gabriel Saito como ponto de partida para investigar violências históricas e afetivas sofridas por corpos racializados e dissidentes. A partir de uma linguagem cênica híbrida, o artista costura memórias pessoais, tradições asiáticas e referências do teatro e da dança Kabuki, onde, historicamente, eram comuns relações homoafetivas entre atores e samurais. As coreografias apresentadas em cena são assinadas pela diretora de Teatro Kabuki Fujima Yoshikoto, de 83 anos, e trazem profundidade e autenticidade para uma releitura contemporânea desse universo.OKAMA se constrói como um gesto de escavação poética da própria ancestralidade de Gabriel Saito, ao mesmo tempo em que revisita o passado familiar, especialmente suas relações com a avó e a bisavó maternas.Memória, identidade e ancestralidade A peça se configura como um jogo entre presença e ausência, vida e morte, tradição e transgressão. É também uma homenagem às mulheres da linhagem familiar do artista, sua bisavó, migrante japonesa que faleceu pouco após chegar ao Brasil, e sua avó, primeira geração mestiça nascida no país, figuras que encarnam as marcas de um processo migratório violento e silenciado.“A relação com a memória é uma das grandes potências no projeto. O Brasil é um país com medo da memória”, afirma Gabriel Saito. “OKAMA celebra, de maneira transgressora, a herança cultural nipo-brasileira e racializa o discurso da cena com afeto e coragem”.Com uma equipe formada majoritariamente por artistas amarelos, OKAMA afirma a potência política da presença desses corpos em cena. A obra foi contemplada pelo Edital Fomento CultSP PNAB nº 27/2024 – Difusão e Circulação de Projetos Artístico-Culturais, que prevê a circulação do espetáculo por cidades que têm a imigração japonesa como parte significativa de sua formação populacional e cultural. Com isso, o projeto amplia seu alcance para além da capital e realiza apresentações em nove municípios do interior e litoral do Estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Registro, Santos e São Carlos. A proposta busca descentralizar o acesso à produção artística de artistas amarelos e promover um diálogo sensível sobre memória, identidade e ancestralidade em territórios diretamente marcados pela história da migração nipônica.Sobre Gabriel SaitoAtor formado em Petrópolis (RJ) e residente em São Paulo (SP). Trabalhou com diversos grupos e artistas, tais como o grupo Quarentine (Reino Unido), Emily Beaney (Edimburgo), Lowri Evans (Manchester) e os diretores Dadado de Freitas e Renato Carrera. Em sua trajetória artística, destacam-se trabalhos autorais que mesclam suas experiências pessoais com teatro, a exemplo do projeto OKAMA, que assinou a dramaturgia e a idealização, e teve temporada no Sesc Ipiranga sob a direção de Miwa Yanagizawa. É palhaço formado pela Casa 11 e tem experiência com publicidade. Atualmente, também trabalha como ator com diversos parceiros na cidade de São Paulo como a Ato - Simulação Realística, Inpectus e Paciente Simulado. Seu mais recente trabalho, como ator, idealizador e diretor de produção foi em Água Fresca, uma comédia de Virginia Woolf, com direção de Sol Faganello.Sobre Miwa YanagizawaAtriz, diretora e professora de teatro, graduada em Artes Cênicas pela Faculdade da CAL. Fundadora do Areas Coletivo e, foi integrante da ciateatroautônomo, dirigida por Jefferson Miranda. Trabalhou no Grupo Nós do Morro e participou da formação do Grupo Código. Ganhadora dos Prêmios Shell e APTR de melhor direção por Nastácia, de Pedro Brício e APTR de melhor direção por Em Nome da Mãe, de Suzana Nascimento. Como atriz, fez espetáculos, novelas e filmes com destaque para a 5ª temporada da série Sessão de Terapia, direção de Selton Mello. Lecionou na Escola Sesc de Arte Dramática. Ministra cursos e oficinas a partir da pesquisa sobre a escuta na atuação cênica pelo Areas Coletivo. Trabalhos de direção recentes: Eu Capitu, de Carla Faour; Okama, de Gabriel Saito; Pulmões, de Duncan Macmillan; Eu Matei Sherazade, de Carol Chalita e Miwa; O que vão Dizer de Nós, de Luisa Friese; Um Lugar Onde a Vida Acontece, de Helena Varvaki. E, ainda, atuou em Sal, de Adassa Martins.Serviço:OKAMAEspetáculo12 de março, quinta-feira, 20h.Sesc Registro – Av. Prefeito Jonas Banks Leite, 57 – Centro, Registro.90 minutos | 16 anos | Gratuito. Ficha técnica:Direção: Miwa Yanagizawa | Idealização, Texto e Atuação: Gabriel Saito | Coreografias Kabuki: Fujima Yoshikoto | Assistente Coreografias Kabuki: Satie Hideshima | Desenho de Luz: Sueli Matsuzaki | Cenografia: Maurício Bispo | Figurino: Teresa Abreu | Trilha Sonora Original: Yugo Sano Mani | Desenho de Movimento Ator: Ana Paula Lopez | Preparação Vocal Canto: Juan David Becerra | Videoarte e Operações de Som e Vídeo: Gibran Sirena | Operação de Luz: Dener | Fotografia: Nadja Kouchi | Projeto Gráfico: Pedro Leobons | Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta | Produção Executiva: Vanessa Curci | Produção de Circulação: Ueda | Assistente de Produção: Davi Alejandro | Direção de Produção: Gabriel Saito.ATENÇÃO! AVISO DE GATILHO E RECOMEDAÇÃO:- Este espetáculo contém cenas que abordam violências no processo imigratório, depressão, suicídio, linguagem adulta, nudez e abuso sexual.- Embora a classificação indicativa oficial seja de 16 anos, o espetáculo é contraindicado para crianças, mesmo que acompanhadas por cuidadores e/ou responsáveis.- Recomendamos atenção do público ao considerar sua participação. ESPETÁCULO OKAMA ESTREIA EM REGISTRO E UNE TEATRO, MEMÓRIA E AFETO Solo de Gabriel Saito, sob direção de Miwa Yanagizawa, une ancestralidade nipônica, memória afetiva e identidade em uma fábula contemporânea sobre pertencimento e resistência Misturando memória, ficção e fabulação, o ator e performer Gabriel Saito apresenta OKAMA, solo autoral que mergulha na história da imigração japonesa no Brasil a partir de sua vivência como artista nipo-brasileiro. O espetáculo que faz uma circulação pelo Estado de São Paulo, estreia em Registro com sessão dia 12 de março, quinta-feira, 20h, no Sesc Registro. Sob direção de Miwa Yanagizawa, o espetáculo propõe uma experiência sensorial e simbólica, evocando elementos da cultura nipônica para dar forma à história de uma “bicha-mestiça-amarela” em busca de reconexão com suas raízes. Ao visitar a ancestralidade com afeto e radicalidade, OKAMA atravessa temas como identidade, luto, migração e apagamento, transformando o palco em território de reinvenção. O título da peça, okama – termo pejorativo em japonês usado para se referir a homens homossexuais – é ressignificado por Gabriel Saito como ponto de partida para investigar violências históricas e afetivas sofridas por corpos racializados e dissidentes. A partir de uma linguagem cênica híbrida, o artista costura memórias pessoais, tradições asiáticas e referências do teatro e da dança Kabuki, onde, historicamente, eram comuns relações homoafetivas entre atores e samurais. As coreografias apresentadas em cena são assinadas pela diretora de Teatro Kabuki Fujima Yoshikoto, de 83 anos, e trazem profundidade e autenticidade para uma releitura contemporânea desse universo. OKAMA se constrói como um gesto de escavação poética da própria ancestralidade de Gabriel Saito, ao mesmo tempo em que revisita o passado familiar, especialmente suas relações com a avó e a bisavó maternas. Memória, identidade e ancestralidade A peça se configura como um jogo entre presença e ausência, vida e morte, tradição e transgressão. É também uma homenagem às mulheres da linhagem familiar do artista, sua bisavó, migrante japonesa que faleceu pouco após chegar ao Brasil, e sua avó, primeira geração mestiça nascida no país, figuras que encarnam as marcas de um processo migratório violento e silenciado. “A relação com a memória é uma das grandes potências no projeto. O Brasil é um país com medo da memória”, afirma Gabriel Saito. “OKAMA celebra, de maneira transgressora, a herança cultural nipo-brasileira e racializa o discurso da cena com afeto e coragem”. Com uma equipe formada majoritariamente por artistas amarelos, OKAMA afirma a potência política da presença desses corpos em cena. A obra foi contemplada pelo Edital Fomento CultSP PNAB nº 27/2024 – Difusão e Circulação de Projetos Artístico-Culturais, que prevê a circulação do espetáculo por cidades que têm a imigração japonesa como parte significativa de sua formação populacional e cultural. Com isso, o projeto amplia seu alcance para além da capital e realiza apresentações em nove municípios do interior e litoral do Estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Registro, Santos e São Carlos. A proposta busca descentralizar o acesso à produção artística de artistas amarelos e promover um diálogo sensível sobre memória, identidade e ancestralidade em territórios diretamente marcados pela história da migração nipônica. Sobre Gabriel Saito Ator formado em Petrópolis (RJ) e residente em São Paulo (SP). Trabalhou com diversos grupos e artistas, tais como o grupo Quarentine (Reino Unido), Emily Beaney (Edimburgo), Lowri Evans (Manchester) e os diretores Dadado de Freitas e Renato Carrera. Em sua trajetória artística, destacam-se trabalhos autorais que mesclam suas experiências pessoais com teatro, a exemplo do projeto OKAMA, que assinou a dramaturgia e a idealização, e teve temporada no Sesc Ipiranga sob a direção de Miwa Yanagizawa. É palhaço formado pela Casa 11 e tem experiência com publicidade. Atualmente, também trabalha como ator com diversos parceiros na cidade de São Paulo como a Ato - Simulação Realística, Inpectus e Paciente Simulado. Seu mais recente trabalho, como ator, idealizador e diretor de produção foi em Água Fresca, uma comédia de Virginia Woolf, com direção de Sol Faganello. Sobre Miwa Yanagizawa Atriz, diretora e professora de teatro, graduada em Artes Cênicas pela Faculdade da CAL. Fundadora do Areas Coletivo e, foi integrante da ciateatroautônomo, dirigida por Jefferson Miranda. Trabalhou no Grupo Nós do Morro e participou da formação do Grupo Código. Ganhadora dos Prêmios Shell e APTR de melhor direção por Nastácia, de Pedro Brício e APTR de melhor direção por Em Nome da Mãe, de Suzana Nascimento. Como atriz, fez espetáculos, novelas e filmes com destaque para a 5ª temporada da série Sessão de Terapia, direção de Selton Mello. Lecionou na Escola Sesc de Arte Dramática. Ministra cursos e oficinas a partir da pesquisa sobre a escuta na atuação cênica pelo Areas Coletivo. Trabalhos de direção recentes: Eu Capitu, de Carla Faour; Okama, de Gabriel Saito; Pulmões, de Duncan Macmillan; Eu Matei Sherazade, de Carol Chalita e Miwa; O que vão Dizer de Nós, de Luisa Friese; Um Lugar Onde a Vida Acontece, de Helena Varvaki. E, ainda, atuou em Sal, de Adassa Martins. Serviço: OKAMA Espetáculo 12 de março, quinta-feira, 20h. Sesc Registro – Av. Prefeito Jonas Banks Leite, 57 – Centro, Registro. 90 minutos | 16 anos | Gratuito. Ficha técnica: Direção: Miwa Yanagizawa | Idealização, Texto e Atuação: Gabriel Saito | Coreografias Kabuki: Fujima Yoshikoto | Assistente Coreografias Kabuki: Satie Hideshima | Desenho de Luz: Sueli Matsuzaki | Cenografia: Maurício Bispo | Figurino: Teresa Abreu | Trilha Sonora Original: Yugo Sano Mani | Desenho de Movimento Ator: Ana Paula Lopez | Preparação Vocal Canto: Juan David Becerra | Videoarte e Operações de Som e Vídeo: Gibran Sirena | Operação de Luz: Dener | Fotografia: Nadja Kouchi | Projeto Gráfico: Pedro Leobons | Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta | Produção Executiva: Vanessa Curci | Produção de Circulação: Ueda | Assistente de Produção: Davi Alejandro | Direção de Produção: Gabriel Saito. ATENÇÃO! AVISO DE GATILHO E RECOMEDAÇÃO:- Este espetáculo contém cenas que abordam violências no processo imigratório, depressão, suicídio, linguagem adulta, nudez e abuso sexual.- Embora a classificação indicativa oficial seja de 16 anos, o espetáculo é contraindicado para crianças, mesmo que acompanhadas por cuidadores e/ou responsáveis.- Recomendamos atenção do público ao considerar sua participação. ATENÇÃO! AVISO DE GATILHO E RECOMEDAÇÃO: - Este espetáculo contém cenas que abordam violências no processo imigratório, depressão, suicídio, linguagem adulta, nudez e abuso sexual. - Embora a classificação indicativa oficial seja de 16 anos, o espetáculo é contraindicado para crianças, mesmo que acompanhadas por cuidadores e/ou responsáveis. - Recomendamos atenção do público ao considerar sua participação.

Dia e horário

Quinta, 12 de março de 2026 às 20:00

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Avenida Prefeito Jonas Banks Leite 57 Prédio KKKK 57
Centro, Registro - SP

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