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Sábado, 14 de março

Ponto de Vista Do silenciamento ao acolhimento

Porto Alegre - RS

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Sobre o evento

Ponto de Vista Do silenciamento ao acolhimento: caminhos possíveis para mulheres em situação de violência ConvidadasLuciana RodriguesWeidila Dias NinkGabriela Trindade Andreazza Convidadas Luciana Rodrigues Weidila Dias Nink Gabriela Trindade Andreazza Organização NIC - Núcleo de Intercâmbio com a Comunidade 14 de março/26, sábado, 14h às 16h30 Atividade gratuita | Presencial Local: Sede da SPRGS Rua Felipe Neri, 414 conj. 202, Auxiliadora, Porto Alegre, RS Público-alvo: público em geral. Público-alvo: Carga horária: 2h30min. Carga horária: Inscrições: pelo Sympla ou no local/hora do evento (vagas limitadas). Inscrições: O mês de janeiro de 2026 registrou 11 casos de feminicídio no Rio Grande do Sul, evidenciando a gravidade e a persistência da violência de gênero no estado. Conforme dados policiais, a maioria dos crimes foi cometida por namorados, companheiros ou ex-companheiros das vítimas, frequentemente motivados por ciúmes ou pela não aceitação do término da relação. Os casos ocorreram em diversos municípios, como Guaíba, Santa Rosa, Porto Alegre, Canguçu, Sapucaia do Sul e Muitos Capões, revelando um problema sistêmico de alcance estadual e nacional. Diante desse cenário, a Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (SPRS) manifesta seu posicionamento em defesa da vida e da integridade das mulheres, reafirmando o compromisso ético da psicologia com o enfrentamento dessa violência histórica e estrutural, reconhecida por marcos como a criação da primeira Delegacia de Defesa da Mulher (1985), a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e a Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015), atualizada pela Lei nº 14.994/2024. Destaca-se, ainda, a importância de uma análise fundamentada na perspectiva da interseccionalidade, que permite compreender como diferentes sistemas de opressão — como gênero, raça, classe, sexualidade e deficiência — se articulam e produzem vulnerabilidades distintas entre as mulheres. Conforme apontam Akotirene (2023) e Collins e Bilge (2021), essas intersecções estruturam relações desiguais de poder e impactam de forma diferenciada as experiências de violência. Assim, o enfrentamento ao feminicídio requer políticas e práticas sensíveis a essas múltiplas dimensões, capazes de responder às especificidades dos diversos grupos de mulheres. (Texto elaborado pela associada Alexandra Machado.) Destaca-se, ainda, a importância de uma análise fundamentada na perspectiva da interseccionalidade, que permite compreender como diferentes sistemas de opressão — como gênero, raça, classe, sexualidade e deficiência — se articulam e produzem vulnerabilidades distintas entre as mulheres. Conforme apontam Akotirene (2023) e Collins e Bilge (2021), essas intersecções estruturam relações desiguais de poder e impactam de forma diferenciada as experiências de violência. Assim, o enfrentamento ao feminicídio requer políticas e práticas sensíveis a essas múltiplas dimensões, capazes de responder às especificidades dos diversos grupos de mulheres. (Texto elaborado pela associada Alexandra Machado.) Convidamos todas as pessoas a participarem do evento desta data, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. O encontro propõe não apenas a celebração da data, mas também a promoção de uma interlocução qualificada sobre a temática da violência de gênero e outras questões que atravessam e impactam nossas práticas profissionais e a sociedade como um todo. - Luciana Rodrigues: profa. dra. do Departamento de Psicologia Social e Institucional e do PPGPSI da UFRGS. Coordenadora do Coletivo Bell Hooks: formação e políticas do cuidado. - Luciana Rodrigues : profa. dra. do Departamento de Psicologia Social e Institucional e do PPGPSI da UFRGS. Coordenadora do Coletivo Bell Hooks: formação e políticas do cuidado. - Weidila Dias Nink: é indígena, rondoniense, migrante vivendo em território gaúcho. Psicanalista membra do Fórum do Campo Lacaniano Porto-Rico. Doutoranda em Psicologia pela UFRGS. Atua na clínica e na docência e estuda migrações e linguagem. - Weidila Dias Nink: é indígena, rondoniense, migrante vivendo em território gaúcho. Psicanalista membra do Fórum do Campo Lacaniano Porto-Rico. Doutoranda em Psicologia pela UFRGS. Atua na clínica e na docência e estuda migrações e linguagem. - Gabriela Trindade Andreazza: psicóloga clínica de orientação psicanalítica. Compõe a equipe técnica da Casa de Referência Mulheres Mirabal em Porto Alegre. - Gabriela Trindade Andreazza: psicóloga clínica de orientação psicanalítica. Compõe a equipe técnica da Casa de Referência Mulheres Mirabal em Porto Alegre. Referências: AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaíra, 2023. COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2021. Atendimento on-line da secretaria: secretaria@sprgs.org.br ou whatsapp em horário comercial ou whatsapp em horário comercial 51-99527-3920

Dia e horário

Sábado, 14 de março de 2026 às 14:00

Como chegar

Sociedade de Psicologia do RS
Rua Felipe Neri414
Auxiliadora, Porto Alegre - RS

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Organizado por

Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul