Sobre o evento
Allan Souza Lima vem trazer um encontro que vai muito além de palestra: é uma imersão em atuação, carreira e, sobretudo, em humanidade. A experiência começa quebrando expectativas – sem slides, sem discurso de “boas‑vindas”, apenas um convite simples: notar onde você está e como você está. A partir daí, o público entra em um percurso que mistura trajetória pessoal, troca aberta e presença em estado puro.Ele vai conversar sobre sua carreira, desde os primeiros passos até trabalhos marcantes como Caminhos do Coração, Pantanal, Em Família, Aquarius e A Menina que Matou os Pais, mostrando não só o que fez, mas como viveu cada escolha, erro e aprendizado. Após um teaser artístico com cenas e bastidores, o foco se volta para a realidade da profissão: mercado, testes, rejeições, finanças, direção, produção e a relação emocional de quem vive da arte.A conversa aprofunda sobre o lugar do artista na sociedade: função social, responsabilidade pública e o perigo de transformar pautas em pose. Em seguida, o centro se torna o processo de Construção Humana do Personagem – trabalhando obras como O Cangaço Novo e Christian Cravinhos, revelando como dor, luto, memória afetiva e vulnerabilidade se tornam ferramentas de criação. Não é só “como atuar”, é “como existir” em cena.A partir desse caminho, o público é convidado, de forma gradual, a se abrir: histórias, medos e experiências começam a surgir. O bloco final é aberto ao acontecimento – improvisos, cenas, monólogos, tudo guiado pela presença coletiva. O encerramento acontece com um ritual simbólico em torno do “nariz”, um convite direto à coragem de existir verdadeiramente diante do outro, sem máscaras, sem performance vazia.O objetivo é provocar autoconhecimento tanto para atores quanto para quem curte arte: antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer. Se você quer vivenciar um encontro que mexe com a atuação, não fique de fora.O QUE SERÁ TRABALHADO:
Allan Souza Lima vem trazer um encontro que vai muito além de palestra: é uma imersão em atuação, carreira e, sobretudo, em humanidade. A experiência começa quebrando expectativas – sem slides, sem discurso de “boas‑vindas”, apenas um convite simples: notar onde você está e como você está. A partir daí, o público entra em um percurso que mistura trajetória pessoal, troca aberta e presença em estado puro.
Allan Souza Lima
Ele vai conversar sobre sua carreira, desde os primeiros passos até trabalhos marcantes como Caminhos do Coração, Pantanal, Em Família, Aquarius e A Menina que Matou os Pais, mostrando não só o que fez, mas como viveu cada escolha, erro e aprendizado. Após um teaser artístico com cenas e bastidores, o foco se volta para a realidade da profissão: mercado, testes, rejeições, finanças, direção, produção e a relação emocional de quem vive da arte.
Ele vai conversar sobre sua carreira, desde os primeiros passos até trabalhos marcantes como
Caminhos do Coração, Pantanal, Em Família, Aquarius
Caminhos do Coração
,
Pantanal
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Em Família
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Aquarius
e
A Menina que Matou os Pais
, mostrando não só o que fez, mas como viveu cada escolha, erro e aprendizado. Após um teaser artístico com cenas e bastidores, o foco se volta para a realidade da profissão: mercado, testes, rejeições, finanças, direção, produção e a relação emocional de quem vive da arte.
A conversa aprofunda sobre o lugar do artista na sociedade: função social, responsabilidade pública e o perigo de transformar pautas em pose. Em seguida, o centro se torna o processo de Construção Humana do Personagem – trabalhando obras como O Cangaço Novo e Christian Cravinhos, revelando como dor, luto, memória afetiva e vulnerabilidade se tornam ferramentas de criação. Não é só “como atuar”, é “como existir” em cena.
A conversa aprofunda sobre o lugar do artista na sociedade: função social, responsabilidade pública e o perigo de transformar pautas em pose. Em seguida, o centro se torna o processo de Construção Humana do Personagem – trabalhando obras como
O Cangaço Novo
e
Christian Cravinhos
, revelando como dor, luto, memória afetiva e vulnerabilidade se tornam ferramentas de criação. Não é só “como atuar”, é “como existir” em cena.
A partir desse caminho, o público é convidado, de forma gradual, a se abrir: histórias, medos e experiências começam a surgir. O bloco final é aberto ao acontecimento – improvisos, cenas, monólogos, tudo guiado pela presença coletiva. O encerramento acontece com um ritual simbólico em torno do “nariz”, um convite direto à coragem de existir verdadeiramente diante do outro, sem máscaras, sem performance vazia.
O objetivo é provocar autoconhecimento tanto para atores quanto para quem curte arte: antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer. Se você quer vivenciar um encontro que mexe com a atuação, não fique de fora.
O QUE SERÁ TRABALHADO:
01 Presença Inicial: A palestra começa quebrando a expectativa de quem entrou esperando uma aula. Nenhum slide de boas-vindas, nenhuma apresentação padrão. O que acontece aqui é a criação de um estado diferente de atenção. O público é convidado a perceber onde está e como está antes de qualquer conteúdo. 02 Trajetória e Troca com o Público: Aqui começa a conversa. A trajetória é apresentada não como currículo, mas como percurso humano. Carreira, início no mercado, escolhas e erros. E junto com isso, diálogo espontâneo com quem está na sala. A plateia vira interlocutora. 03 Exibição de Teaser: — O Case Artístico: Sem entrar ainda no processo, esse bloco mostra o percurso em imagem. Um teaser dos principais trabalhos: cenas, bastidores, momentos. O objetivo não é explicar, é mostrar. O público recebe o case de forma intuitiva, quase sensorial. A análise vem depois. 04 Debate sobre Mercado, Atuação e Carreira: Um espaço aberto de conversa sobre a realidade da profissão. Os temas surgem como ponto de partida, mas qualquer pergunta sobre o mercado artístico é bem-vinda. Quanto mais honesta a pergunta, mais honesta a resposta. · Como funciona o mercado de verdade · Testes, castings e o que ninguém te conta · A relação com produção e direção · Rejeição como parte do processo · A realidade financeira e emocional da carreira artística05 A Função Social do Artista: Quando a arte deixa de ser entretenimento e passa a ser responsabilidade. Uma discussão sobre o lugar do artista na sociedade e o que significa usar uma plataforma com consciência. · Verdade artística versus performance de causa · Coerência entre discurso e vida· A banalização de pautas sociais no meio artístico· Responsabilidade pública e presença social 06 Construção Humana do Personagem: O núcleo da palestra. Aqui entram as cenas específicas de trabalhos como Ubaldo (O Cangaço Novo), Christian Cravinhos e outros personagens. Cada um com uma sinopse do trabalho e o relato do processo interno: o que foi preciso acessar, o que doeu, o que ficou. · Preparação emocional e memória afetiva · Como a dor pessoal alimenta o personagem · O luto como ferramenta de criação· Feridas internas e processo humano da arte "Se eu choro em cena, é porque existe algo dentro de mim que me dói." 07 Convite Gradual à Vulnerabilidade: Depois de tudo que foi construído, o público começa a se abrir. O espaço é criado com cuidado para que histórias, medos e experiências possam emergir. Não é terapia. É presença coletiva.08 Espaço Aberto ao Acontecimento: Improviso. Cenas. Monólogos. Troca viva. Esse bloco não tem roteiro fechado porque o que acontece aqui depende do que foi construído antes. O único requisito é presença. 09 Ritual Final — O Nariz: O encerramento. Alguém sobe ao palco. O desafio é simples na forma e profundo na essência: trazer uma verdade que faça rir ou chorar. Mas no fundo, o que se pede não é nem riso nem choro.O desafio real é ter coragem de existir verdadeiramente diante do outro. O nariz não é fantasia. É símbolo de presença, vulnerabilidade e verdade artística.OBJETIVO:O objetivo dessa experiência não é ensinar fórmulas de atuação. É provocar consciência humana através da arte. A palestra propõe um deslocamento onde o participante começa olhando para o mercado, para a carreira e para os personagens, mas aos poucos percebe que o centro da atuação não está na performance — e sim no ser humano por trás dela. A experiência busca desmontar a romantização do meio artístico, os discursos vazios e a ideia de que atuar é apenas técnica. O foco está em verdade emocional, presença, vulnerabilidade, autoconhecimento e responsabilidade humana dentro da arte. Ao longo do encontro, o público atravessa: · Mercado e realidade da profissão.· Função social do artista · Construção emocional do personagem · Memória afetiva e dor humana · Presença verdadeira em cena · Coragem de existir sem máscaras. O objetivo final é que o participante saia não apenas com mais entendimento sobre atuação, mas com mais consciência sobre si mesmo.Porque antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer.
01 Presença Inicial:
02 Trajetória e Troca com o Público:
03 Exibição de Teaser:
04 Debate sobre Mercado, Atuação e Carreira:
05 A Função Social do Artista:
06 Construção Humana do Personagem:
"Se eu choro em cena, é porque existe algo dentro de mim que me dói."
07 Convite Gradual à Vulnerabilidade:
08 Espaço Aberto ao Acontecimento:
09 Ritual Final
— O Nariz:
O desafio real é ter coragem de existir verdadeiramente diante do outro. O nariz não é fantasia. É símbolo de presença, vulnerabilidade e verdade artística.
OBJETIVO:
Porque antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer.
Dia e horário
Domingo, 16 de agosto de 2026 às 10:00
Como chegar
ESPAÇO CÊNICO ESCOLA DE ATORES
Rua Paraíba297
Funcionários, Belo Horizonte - MG
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Organizado por
Rick Alves
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