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Imagem do CIDADE TERREIRO - VISITA GUIADA NA PEQUENA [África
Cursos e Workshops

Sábado, 25 de julho

CIDADE TERREIRO - VISITA GUIADA NA PEQUENA [África

Rio de Janeiro - RJ

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Sobre o evento

Cidade Terreiro – Visita guiada na Pequena África“Não visitaremos uma cidade. Visitaremos um terreiro.”A experiência Cidade Terreiro convida o público a percorrer a região da Pequena África, no Rio de Janeiro, a partir de uma perspectiva ancestral, onde território, memória e espiritualidade se entrelaçam. Inspirado no pensamento de Muniz Sodré, o roteiro propõe uma leitura da cidade como um grande terreiro vivo um espaço onde saberes africanos foram recriados e permanecem através da cultura, da religiosidade e das práticas cotidianas. A atividade é conduzida por lideranças do território, articulando conhecimento tradicional, pesquisa histórica e experiências vividas, promovendo um encontro direto com as narrativas que estruturam a cidade.PERCURSO Cais do Mauá Mural Cosmonauta Largo da Prainha Beco João Inácio Morro da Conceição Pedra do Sal Rua Tia Ciata Centro Cultural Rio-África (antiga Promatre) Árvore Baobá Cais do Valongo Largo do Depósito Afoxé Filhos de Gandhi Jardim Suspenso do Valongo Casarão Cultural João de Alabá Cidade Terreiro – Visita guiada na Pequena África “Não visitaremos uma cidade. Visitaremos um terreiro.” A experiência Cidade Terreiro convida o público a percorrer a região da Pequena África, no Rio de Janeiro, a partir de uma perspectiva ancestral, onde território, memória e espiritualidade se entrelaçam. Inspirado no pensamento de Muniz Sodré, o roteiro propõe uma leitura da cidade como um grande terreiro vivo um espaço onde saberes africanos foram recriados e permanecem através da cultura, da religiosidade e das práticas cotidianas. A experiência Cidade Terreiro convida o público a percorrer a região da Pequena África, no Rio de Janeiro, a partir de uma perspectiva ancestral, onde território, memória e espiritualidade se entrelaçam. Inspirado no pensamento de Muniz Sodré, o roteiro propõe uma leitura da cidade como um grande terreiro vivo um espaço onde saberes africanos foram recriados e permanecem através da cultura, da religiosidade e das práticas cotidianas. A atividade é conduzida por lideranças do território, articulando conhecimento tradicional, pesquisa histórica e experiências vividas, promovendo um encontro direto com as narrativas que estruturam a cidade. PERCURSO Cais do Mauá Mural Cosmonauta Largo da Prainha Beco João Inácio Morro da Conceição Pedra do Sal Rua Tia Ciata Centro Cultural Rio-África (antiga Promatre) Árvore Baobá Cais do Valongo Largo do Depósito Afoxé Filhos de Gandhi Jardim Suspenso do Valongo Casarão Cultural João de Alabá Cais do Mauá Mural Cosmonauta Cosmonauta Largo da Prainha Beco João Inácio Morro da Conceição Pedra do Sal Rua Tia Ciata Centro Cultural Rio-África (antiga Promatre) Centro Cultural Rio-África Árvore Baobá Cais do Valongo Largo do Depósito Afoxé Filhos de Gandhi Jardim Suspenso do Valongo Casarão Cultural João de Alabá Ponto de encontro: Ponto de encontro : Saída do edifício Touring | Praça Mauá - Saúde, Rio de JaneiroMediação: Thiago Viana cria da zona portuária do Rio de Janeiro, onde há mais de 20 anos desenvolve projetos educativos, artísticos, culturais e turísticos conectados ao território e às suas ancestralidades. Sua trajetória é marcada pela construção de narrativas que valorizam a memória afro-brasileira e transformam o espaço urbano em lugar de aprendizado, pertencimento e experiência. É autor das obras cênicas Histórias Afro-Brasileiras cenas itinerantes que percorrem o circuito de celebração a herança africana levando ao público vivências dramatizadas da história e da cultura negra no Brasil, em diálogo com figuras e processos fundamentais da luta e da criação afro-brasileira.Também atua como pesquisador do livro Contos Policiais da Pequena África, atualmente em processo de escrita, que propõe novas leituras sobre o território a partir de de prisões de ex pessoas escravizadas.Thiago é fundador e Diretor do Casarão Cultural João de Alabá, onde articula e fomenta uma diversidade de ações culturais, consolidando o espaço como um polo de produção, formação e difusão da cultura afro-brasileira. Griot de Território Pai Marquinho: Marcos César, conhecido como Pai Marquinho, nasceu e foi criado no Morro da Providência, no Rio de Janeiro. Neto de Dona Dorica da Providência, insere-se em uma linhagem familiar diretamente vinculada às tradições afro-brasileiras no território da Pequena África. Foi iniciado aos 7 anos de idade para o orixá Omolu, estabelecendo, desde a infância, uma trajetória contínua no campo religioso do candomblé. Sua atuação o configura como um agente fundamental na preservação, transmissão e atualização dos saberes tradicionais de matriz africana. Reconhecido no território, Marcos César desempenha um papel estratégico como articulador cultural, operando na interface entre religiosidade, memória social e práticas culturais. Sua trajetória está diretamente relacionada à noção de “Cidade Terreiro”, na medida em que mobiliza redes de pertencimento, territorialidade e ancestralidade, contribuindo para a salvaguarda do patrimônio imaterial da Pequena África. Duração:O percurso dura, em média, duas horas.Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água.Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antesConsciência ambiental: Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado.Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo. Saída do edifício Touring | Praça Mauá - Saúde, Rio de Janeiro Saída do edifício Touring | Praça Mauá - Saúde, Rio de Janeiro Mediação: Thiago Viana cria da zona portuária do Rio de Janeiro, onde há mais de 20 anos desenvolve projetos educativos, artísticos, culturais e turísticos conectados ao território e às suas ancestralidades. Sua trajetória é marcada pela construção de narrativas que valorizam a memória afro-brasileira e transformam o espaço urbano em lugar de aprendizado, pertencimento e experiência. É autor das obras cênicas Histórias Afro-Brasileiras cenas itinerantes que percorrem o circuito de celebração a herança africana levando ao público vivências dramatizadas da história e da cultura negra no Brasil, em diálogo com figuras e processos fundamentais da luta e da criação afro-brasileira.Também atua como pesquisador do livro Contos Policiais da Pequena África, atualmente em processo de escrita, que propõe novas leituras sobre o território a partir de de prisões de ex pessoas escravizadas. Thiago Viana cria da zona portuária do Rio de Janeiro, onde há mais de 20 anos desenvolve projetos educativos, artísticos, culturais e turísticos conectados ao território e às suas ancestralidades. Sua trajetória é marcada pela construção de narrativas que valorizam a memória afro-brasileira e transformam o espaço urbano em lugar de aprendizado, pertencimento e experiência. É autor das obras cênicas Histórias Afro-Brasileiras cenas itinerantes que percorrem o circuito de celebração a herança africana levando ao público vivências dramatizadas da história e da cultura negra no Brasil, em diálogo com figuras e processos fundamentais da luta e da criação afro-brasileira. Também atua como pesquisador do livro Contos Policiais da Pequena África, atualmente em processo de escrita, que propõe novas leituras sobre o território a partir de de prisões de ex pessoas escravizadas. Thiago é fundador e Diretor do Casarão Cultural João de Alabá, onde articula e fomenta uma diversidade de ações culturais, consolidando o espaço como um polo de produção, formação e difusão da cultura afro-brasileira. Griot de Território Pai Marquinho: Marcos César, conhecido como Pai Marquinho, nasceu e foi criado no Morro da Providência, no Rio de Janeiro. Neto de Dona Dorica da Providência, insere-se em uma linhagem familiar diretamente vinculada às tradições afro-brasileiras no território da Pequena África. Foi iniciado aos 7 anos de idade para o orixá Omolu, estabelecendo, desde a infância, uma trajetória contínua no campo religioso do candomblé. Sua atuação o configura como um agente fundamental na preservação, transmissão e atualização dos saberes tradicionais de matriz africana. Reconhecido no território, Marcos César desempenha um papel estratégico como articulador cultural, operando na interface entre religiosidade, memória social e práticas culturais. Sua trajetória está diretamente relacionada à noção de “Cidade Terreiro”, na medida em que mobiliza redes de pertencimento, territorialidade e ancestralidade, contribuindo para a salvaguarda do patrimônio imaterial da Pequena África. Griot de Território Pai Marquinho: Duração: O percurso dura, em média, duas horas. Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água.Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antesConsciência ambiental: Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado.Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo. Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água. Calor : Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água. Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antes Chuva : Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antes Consciência ambiental: Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado. Consciência ambiental : Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado. Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo. Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo.

Dia e horário

Sábado, 25 de julho de 2026 às 09:30

Como chegar

Edifício Touring
Praça Mauá
Rio de Janeiro - RJ

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Casarão Cultural João de Alabá