Sobre o evento
em R I S C O: residência coreográfica com Morena Nascimento e Lucas Lopes 8 dias consecutivos de orientação e construção coreográfica que adentra em fisicalidades incansáveis, relações viscerais com forças externas ao corpo e a potência do gesto.Um campo de experimentação sobre presença e vulnerabilidade. Como se deparar com o risco, o desconhecido que emerge do estado radical de presença do corpo que dança, fazendo encontrar honestamente o que move? A construção coreográfica irá transitar entre danças construídas em formato solo, em duetos e trabalho em grupo, explorando uma fiscalidade que se constrói através de relações com música, tempo e espaço. Morena e Lucas irão conduzir seus olhares coreográficos em parceria, desafiando os participantes a aprenderem frases de movimento pré estabelecidas mas também negociando com o que emerge de cada pessoa, suas personalidades e desejos, buscando construir uma coreografia que contemple a pulsação coletiva e também as urgências singulares. Almejamos que o último dia desta residência seja um compartilhamento do processo com a presença de público, no próprio espaço de trabalho diário ou em teatro. Informações Gerais:Data da residência: De 23 a 31 de janeiro Local: Bichinho (cidade no interior de Minas Gerais, próxima a Tiradentes)Locais de trabalho: Espaço Rio Ganges e Theatro da Villa RuralCRONOGRAMA (em breve será divulgado)COMO SE INSCREVERO participante que tiver interesse em participar da residência deverá estar ciente de que trabalharemos num formato intensivo, adentrando em fisicalidades complexas, as vezes exaustivas, com repetição, desafios e concentração. Trabalharemos com uma carga horária de 6 a 8 horas diárias, durante manhãs, tardes e noites, equilibrando necessidades de desanso, respiro e solitude.Em breve divulgaremos nosso cronograma detalhado. Para garantir sua vaga, o participante deve efetuar o pagamento exlusivamente pela plataforma SYMPLA até dia 27/12/2025. No caso de cancelamento o valor NÃO SERÁ DEVOLVIDO. Investimento: 800 reais O Valor inclui: aulas e vivências com os profissionais Morena Nascimento e Lucas Lopes em espaços apropriados e estruturados para o trabalho corporal, propiciando uma oportunidade de formação em dança, com direito a certificado assinado pelos condutores; descanso e acolhimento em espaços agradáveis em meio a natureza exuberante da Serra de São José; água e chás durante os intervalos dos treinamentos e pesquisa coreográfica.O valor também inclui: a oportunidade de compartilhamento do resultado do processo da residência com público no espaço de trabalho ou em teatro.O valor do investimento não inclui passagens, hospedagem e alimentação. Cada participante deverá ser responsável por tais custos.Bichinho é uma comunidade de mil habitantes localizada no pé da Serra de São José, a 6km da charmosa e emblemática cidade histórica de Tiradentes e oferece inúmeras possibilidades de pousadas, quartos, casas de temporada, restaurantes, bares e lugares. Em breve divulgaremos uma lista de possibilidades e dicas.PÚBLICO ALVOGente que vive de dança, profissionais e aprendizes da dança em estágio de potência técnica e poética, disponíveis para um trabalho intensivo e imersivo, com boa base de domínio do movimento para aprendizagem de sequências coreográficas complexas e criação coletiva.SOBRE CANCELAMENTOCaso o participante inscrito, já tendo pago o valor de 50% do valor total da residênciadúvidas e perguntas poderão ser respondidas através do email oraidaestrelaguia@gmail.comSOBRE A CONSCESSÃO de BOLSASDuas bolsas 100% gratuitas serão disponibilizadas através de carta de intenção e vídeo com duração de um minuto que demonstre o candidato ou candidata em movimento, dançando. A carta e o vídeo deverão ser enviados juntamente num único e-mail para o endereço: oraidaestrelaguia@gmail.com até dia 31/12/2025CURRÍCULO DOS RESPONSÁVEIS PELA RESIDÊNCIA COREOGRÁFICAMorena Nascimento é artista da dança ha mais de 25 anos e se dedica a seu ofício como autora e gestora de seus próprios trabalhos, atuando como bailarina, coreógrafa, diretora, e professora de dança. Atuou como bailarina intérprete da renomada coreógrafa alemã Pina Bausch, na Alemanha, de 2007 a 2010 e colaborou com esta companhia como bailarina convidada até 2019. Também foi bailarina do Primeiro Ato Grupo de Dança, de Belo Horizonte, de 2001 a 2004. É graduada em dança pela Unicamp (2001), pela Folkwang Hochschule (2008), além de mestra em dança pela UFBA (2022) e atualmente é doutoranda do Departamento de Artes Cênicas da UFSJ.No Brasil, seu principais mestres foram Graziela Rodrigues, Angela Nolf, Inaicyra Falcão, Eusébio Lobo, Holly Cavrell, Betina Belomo, Suely Machado e Dudude Herman. Na Alemanha, estudou com Lutz Förster, Malou Airaudo, Ane Marie Benatti, Dominique Mercy e Stephan Brinkmann Participou como bailarina intérprete no Brasil, de obras coreográficas de artistas como Dudude Hermann, Jorge Garcia, Tuca Pinheiro, Ana Vitória e, no exterior, obras de Mark Sciezcarek, Stephan Brinkman, Chikako Kaido, Susane Link e Pina Bausch.
Entende a criação como um modo de existir e tem criado obras autorais em parceria com inúmeros artistas de diversas linguagens, potencializando seu fazer nas relações e encontros com artistas do cinema, da música, do teatro, da dança e das artes visuais, ao longo dos últimos 20 anos. Seus principais trabalhos autorais resultantes de tais parcerias são Claraboia (2010), parceria com Andreia Yonashiro; Rêverie (2013), parceria com Carolina Biachi; Um Diálogo entre Música e Dança (2010), parceria com Benjamin Taubkin; ANTONIA (2016), Molly's Blues (2013), parceria com Petra Costa; ORIJAM! (2013), parceria com Letieres Leite; PACHAHARVEYMAMAMORENA (2019), parceria com Daniela Guimarães; C R I A (2025), parceria com Maria Clara Ferrer e Juliana Monteiro; SEIVA, OURO, ÍMA (2025), parceria com Flaira Ferro, Andrea Barbour e Felipe José. Coreografou obras para renomados grupos de dança como o Balé da Cidade de São Paulo (Um Jeito de Corpo, 2018), a Cia de Dança do Palácio das Artes (Lalangue, 2018), o Balé do Teatro Castro Alves (Pílulas Dançadas, 2011), o Ballet de Londrina (Graça, 2024), a Òpera de Metz (O Vento, 2021) e o Folkwang TanzStudio (Treasures, 2022). Atuou no filme "Elena", de Petra Costa, "PINA", de Wim Wenders e "Ventura", de Antônio Miano.Se interessa fortemente por processos artístico pedagógicos e tem ministrado inúmeros cursos e workshops dentro e fora do Brasil. Nos últimos anos tem coordenado residências artísticas de longa duração com foco em dança em importantes centros culturais fora dos grandes centros, na intenção de demarcar novos eixos e territórios formativos para jovens artistas.
Morena traz a música consigo desde a infância, como um cordão invisível que a conecta com o mundo. Canta por paixão, porque escuta e enxerga na música paisagens e pistas para atravessar a existência. É integrante do Duo Paradiso, ao lado de Luiz Nascimento, desde março de 2025, numa formação de duas vozes e um violão, com um repertório nostálgico, amoroso e pluricultural.Lucas Lopes Pereira é um dançarino, performer e coreógrafo indígena brasileiro com base em Essen, Alemanha. Sua prática artística fundamenta-se na intensidade física, na improvisação e na colaboração intercultural. Concebendo o corpo como um arquivo vivo de memória ancestral e resiliência, ele aborda a dança como um espaço de encontro, presença e transformação.É bacharel em Dança pela Universidade Folkwang de Artes, onde estudou com artistas renomados como Lutz Förster, Malou Airaudo, Stephan Brinkmann e Iñaki Azpillaga. Entre 2019 e 2024, atuou como bailarino convidado no Tanztheater Wuppertal – Pina Bausch, participando da remontagem de Bluebeard em diversas cidades da Europa. Em 2024, integrou a equipe de reconstrução da mesma obra para a Ópera de Paris, a convite da Pina Bausch Foundation. Foi membro do Folkwang Tanzstudio (FTS) entre 2021 e 2024, colaborando com Boris Charmatz, Henrietta Horn, Maya M. Carroll, Renate Graziadei e outros coreógrafos, realizando turnês pela Alemanha, Turquia e Jordânia.Suas criações investigam ancestralidade, identidade e resistência em diálogo com a contemporaneidade. Jaci & Guaraci (2019/25) emerge de cosmologias indígenas e da incorporação de saberes ancestrais; IANDELANDE (2020/22) aborda memória, pertencimento e comunidade; InFesta (2023/25) reflete sobre processos de luto e transformação; MIND the GAP (2025) tensiona corpos LGBTQIA+ e estruturas sociais; e The Boy Who Was Swallowed by a Humpback Whale (2025), solo autobiográfico, mergulha no medo, na depressão e na descolonização sociopolítico-cultural, abrindo caminhos para imaginar modos outros de habitar a Terra.Guiado pelo Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, Lucas articula estéticas europeias, práticas afroindígeno-brasileiras e formas contemporâneas em um gesto decolonial no qual o movimento se torna memória, o palco se torna comunidade e o corpo se afirma como território de cura, escuta e transformação.Atualmente, leciona técnicas de dança contemporânea, improvisação e partnering em instituições de dança no Brasil e na Alemanha, desenvolvendo metodologias pedagógicas que articulam técnica, sensibilidade e consciência corporal de maneira integrada.
em R I S C O: residência coreográfica com Morena Nascimento e Lucas Lopes
8 dias consecutivos de orientação e construção coreográfica que adentra em fisicalidades incansáveis, relações viscerais com forças externas ao corpo e a potência do gesto.
Um campo de experimentação sobre presença e vulnerabilidade. Como se deparar com o risco, o desconhecido que emerge do estado radical de presença do corpo que dança, fazendo encontrar honestamente o que move?
A construção coreográfica irá transitar entre danças construídas em formato solo, em duetos e trabalho em grupo, explorando uma fiscalidade que se constrói através de relações com música, tempo e espaço. Morena e Lucas irão conduzir seus olhares coreográficos em parceria, desafiando os participantes a aprenderem frases de movimento pré estabelecidas mas também negociando com o que emerge de cada pessoa, suas personalidades e desejos, buscando construir uma coreografia que contemple a pulsação coletiva e também as urgências singulares.
Almejamos que o último dia desta residência seja um compartilhamento do processo com a presença de público, no próprio espaço de trabalho diário ou em teatro.
Informações Gerais:
Data da residência: De 23 a 31 de janeiro
Local: Bichinho (cidade no interior de Minas Gerais, próxima a Tiradentes)
Locais de trabalho: Espaço Rio Ganges e Theatro da Villa Rural
CRONOGRAMA (em breve será divulgado)
CRONOGRAMA
(em breve será divulgado)
COMO SE INSCREVER
O participante que tiver interesse em participar da residência deverá estar ciente de que trabalharemos num formato intensivo, adentrando em fisicalidades complexas, as vezes exaustivas, com repetição, desafios e concentração. Trabalharemos com uma carga horária de 6 a 8 horas diárias, durante manhãs, tardes e noites, equilibrando necessidades de desanso, respiro e solitude.
Em breve divulgaremos nosso cronograma detalhado.
Para garantir sua vaga, o participante deve efetuar o pagamento exlusivamente pela plataforma SYMPLA até dia 27/12/2025. No caso de cancelamento o valor NÃO SERÁ DEVOLVIDO.
Investimento: 800 reais
800 reais
O Valor inclui: aulas e vivências com os profissionais Morena Nascimento e Lucas Lopes em espaços apropriados e estruturados para o trabalho corporal, propiciando uma oportunidade de formação em dança, com direito a certificado assinado pelos condutores; descanso e acolhimento em espaços agradáveis em meio a natureza exuberante da Serra de São José; água e chás durante os intervalos dos treinamentos e pesquisa coreográfica.
O Valor inclui
O valor também inclui: a oportunidade de compartilhamento do resultado do processo da residência com público no espaço de trabalho ou em teatro.
O valor também inclui:
O valor do investimento não inclui passagens, hospedagem e alimentação. Cada participante deverá ser responsável por tais custos.
não inclui passagens, hospedagem e alimentação.
Bichinho é uma comunidade de mil habitantes localizada no pé da Serra de São José, a 6km da charmosa e emblemática cidade histórica de Tiradentes e oferece inúmeras possibilidades de pousadas, quartos, casas de temporada, restaurantes, bares e lugares. Em breve divulgaremos uma lista de possibilidades e dicas.
PÚBLICO ALVO
Gente que vive de dança, profissionais e aprendizes da dança em estágio de potência técnica e poética, disponíveis para um trabalho intensivo e imersivo, com boa base de domínio do movimento para aprendizagem de sequências coreográficas complexas e criação coletiva.
SOBRE CANCELAMENTO
Caso o participante inscrito, já tendo pago o valor de 50% do valor total da residência
dúvidas e perguntas poderão ser respondidas através do email oraidaestrelaguia@gmail.com
SOBRE A CONSCESSÃO de BOLSAS
Duas bolsas 100% gratuitas serão disponibilizadas através de carta de intenção e vídeo com duração de um minuto que demonstre o candidato ou candidata em movimento, dançando. A carta e o vídeo deverão ser enviados juntamente num único e-mail para o endereço: oraidaestrelaguia@gmail.com até dia 31/12/2025
CURRÍCULO DOS RESPONSÁVEIS PELA RESIDÊNCIA COREOGRÁFICA
Morena Nascimento é artista da dança ha mais de 25 anos e se dedica a seu ofício como autora e gestora de seus próprios trabalhos, atuando como bailarina, coreógrafa, diretora, e professora de dança. Atuou como bailarina intérprete da renomada coreógrafa alemã Pina Bausch, na Alemanha, de 2007 a 2010 e colaborou com esta companhia como bailarina convidada até 2019. Também foi bailarina do Primeiro Ato Grupo de Dança, de Belo Horizonte, de 2001 a 2004. É graduada em dança pela Unicamp (2001), pela Folkwang Hochschule (2008), além de mestra em dança pela UFBA (2022) e atualmente é doutoranda do Departamento de Artes Cênicas da UFSJ.
Morena Nascimento
No Brasil, seu principais mestres foram Graziela Rodrigues, Angela Nolf, Inaicyra Falcão, Eusébio Lobo, Holly Cavrell, Betina Belomo, Suely Machado e Dudude Herman. Na Alemanha, estudou com Lutz Förster, Malou Airaudo, Ane Marie Benatti, Dominique Mercy e Stephan Brinkmann
Participou como bailarina intérprete no Brasil, de obras coreográficas de artistas como Dudude Hermann, Jorge Garcia, Tuca Pinheiro, Ana Vitória e, no exterior, obras de Mark Sciezcarek, Stephan Brinkman, Chikako Kaido, Susane Link e Pina Bausch.
Entende a criação como um modo de existir e tem criado obras autorais em parceria com inúmeros artistas de diversas linguagens, potencializando seu fazer nas relações e encontros com artistas do cinema, da música, do teatro, da dança e das artes visuais, ao longo dos últimos 20 anos.
Seus principais trabalhos autorais resultantes de tais parcerias são Claraboia (2010), parceria com Andreia Yonashiro; Rêverie (2013), parceria com Carolina Biachi; Um Diálogo entre Música e Dança (2010), parceria com Benjamin Taubkin; ANTONIA (2016), Molly's Blues (2013), parceria com Petra Costa; ORIJAM! (2013), parceria com Letieres Leite; PACHAHARVEYMAMAMORENA (2019), parceria com Daniela Guimarães; C R I A (2025), parceria com Maria Clara Ferrer e Juliana Monteiro; SEIVA, OURO, ÍMA (2025), parceria com Flaira Ferro, Andrea Barbour e Felipe José.
Claraboia
Rêverie
Um Diálogo entre Música e Dança
ANTONIA
Molly's Blues
ORIJAM!
PACHAHARVEYMAMAMORENA
C R I A
SEIVA, OURO, ÍMA
Coreografou obras para renomados grupos de dança como o Balé da Cidade de São Paulo (Um Jeito de Corpo, 2018), a Cia de Dança do Palácio das Artes (Lalangue, 2018), o Balé do Teatro Castro Alves (Pílulas Dançadas, 2011), o Ballet de Londrina (Graça, 2024), a Òpera de Metz (O Vento, 2021) e o Folkwang TanzStudio (Treasures, 2022).
Um Jeito de Corpo
Lalangue
Pílulas Dançadas
Graça
O Vento
Treasures
Atuou no filme "Elena", de Petra Costa, "PINA", de Wim Wenders e "Ventura", de Antônio Miano.
Se interessa fortemente por processos artístico pedagógicos e tem ministrado inúmeros cursos e workshops dentro e fora do Brasil. Nos últimos anos tem coordenado residências artísticas de longa duração com foco em dança em importantes centros culturais fora dos grandes centros, na intenção de demarcar novos eixos e territórios formativos para jovens artistas.
Se interessa fortemente por processos artístico pedagógicos e tem ministrado inúmeros cursos e workshops dentro e fora do Brasil.
Nos últimos anos tem coordenado residências artísticas de longa duração com foco em dança em importantes centros culturais fora dos grandes centros, na intenção de demarcar novos eixos e territórios formativos para jovens artistas.
Morena traz a música consigo desde a infância, como um cordão invisível que a conecta com o mundo. Canta por paixão, porque escuta e enxerga na música paisagens e pistas para atravessar a existência. É integrante do Duo Paradiso, ao lado de Luiz Nascimento, desde março de 2025, numa formação de duas vozes e um violão, com um repertório nostálgico, amoroso e pluricultural.
Duo Paradiso
Lucas Lopes Pereira é um dançarino, performer e coreógrafo indígena brasileiro com base em Essen, Alemanha. Sua prática artística fundamenta-se na intensidade física, na improvisação e na colaboração intercultural. Concebendo o corpo como um arquivo vivo de memória ancestral e resiliência, ele aborda a dança como um espaço de encontro, presença e transformação.
Lucas Lopes Pereira
É bacharel em Dança pela Universidade Folkwang de Artes, onde estudou com artistas renomados como Lutz Förster, Malou Airaudo, Stephan Brinkmann e Iñaki Azpillaga. Entre 2019 e 2024, atuou como bailarino convidado no Tanztheater Wuppertal – Pina Bausch, participando da remontagem de Bluebeard em diversas cidades da Europa. Em 2024, integrou a equipe de reconstrução da mesma obra para a Ópera de Paris, a convite da Pina Bausch Foundation. Foi membro do Folkwang Tanzstudio (FTS) entre 2021 e 2024, colaborando com Boris Charmatz, Henrietta Horn, Maya M. Carroll, Renate Graziadei e outros coreógrafos, realizando turnês pela Alemanha, Turquia e Jordânia.
Suas criações investigam ancestralidade, identidade e resistência em diálogo com a contemporaneidade. Jaci & Guaraci (2019/25) emerge de cosmologias indígenas e da incorporação de saberes ancestrais; IANDELANDE (2020/22) aborda memória, pertencimento e comunidade; InFesta (2023/25) reflete sobre processos de luto e transformação; MIND the GAP (2025) tensiona corpos LGBTQIA+ e estruturas sociais; e The Boy Who Was Swallowed by a Humpback Whale (2025), solo autobiográfico, mergulha no medo, na depressão e na descolonização sociopolítico-cultural, abrindo caminhos para imaginar modos outros de habitar a Terra.
Guiado pelo Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, Lucas articula estéticas europeias, práticas afroindígeno-brasileiras e formas contemporâneas em um gesto decolonial no qual o movimento se torna memória, o palco se torna comunidade e o corpo se afirma como território de cura, escuta e transformação.
Atualmente, leciona técnicas de dança contemporânea, improvisação e partnering em instituições de dança no Brasil e na Alemanha, desenvolvendo metodologias pedagógicas que articulam técnica, sensibilidade e consciência corporal de maneira integrada.
Dia e horário
De: Sexta, 23 de janeiro de 2026 às 11:00
Até: Sábado, 31 de janeiro de 2026 às 22:00
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Belo Horizonte - MG
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Organizado por
Luiz Nascimento
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