Sobre o evento
Nuno e Erick se encontram em um parquinho. Entre balanços, bolas, cordas, areia, brinquedos e sombras, começam a descobrir que brincar junto pode ser uma aventura.
No início, dividir não é tão simples. A bola é disputada, o espaço é conquistado, as brincadeiras viram competição e, entre quedas, provocações e desentendimentos, os dois precisam descobrir novas formas de estar juntos.
Sem dizer uma palavra, seus corpos constroem uma relação feita de conflito, cumplicidade, ciúme, cuidado e imaginação. Aos poucos, aquilo que era de um passa a ser do outro; aquilo que era disputa se transforma em brincadeira; e aquilo que parecia impossível de dividir ganha novas formas de existir.
(Par)quinho é um espetáculo de máscaras inteiras expressivas, teatro de sombras e manipulação de bonecos sobre duas crianças que descobrem, através do brincar, que crescer também é aprender a com(par)tilhar.
(Par)quinho
com(par)tilhar.
Processo Criativo: O processo de criação dos espetáculos parte de uma investigação artística sobre a primeira infância como território de descoberta do mundo e formação das relações humanas. A pesquisa busca compreender como surgem as primeiras experiências de convivência, afeto, conflito e imaginação.Esse percurso já se manifesta em diferentes trabalhos da companhia. No solo “Jujuba Para Dias de Chuva”, a dramaturgia investiga o cuidado, o afeto e a relação entre adulto e criança, trazendo também a ideia da criança interior presente no adulto. O espetáculo trabalha a delicadeza do encontro, da escuta e da proteção como elementos fundamentais da experiência humana.Já no processo de criação do espetáculo “Parquinho”, a pesquisa se volta para o espaço do brincar como território social e formador de identidade. O parquinho é compreendido como um microcosmo da sociedade, onde acontecem as primeiras negociações, disputas, frustrações, amizades e descobertas de convivência. A dramaturgia se estrutura a partir da relação entre duas crianças com personalidades opostas, revelando diferentes formas de perceber e ocupar o mundo.Ficha Técnica: Idealização: Cia. Sei Lá o Quê de TeatroCriação, dramaturgia e atuação: Arthur Pimenta e Tiago RenerSupervisão de direção: Julia Pastore Trilha sonora: Tê PaivaFigurino: Vilma Lopes Iluminação: Rafael Vasquez Máscaras/Maquiagem: Arthur PimentaCenografia: Tiago Rener Aderecistas: Ademir de Souza, Arthur Pimenta e Rafael Vasquez Produção local/Técnica: Lorrana Flores e Rubens Lázaro Gravação audiovisual: Breve Produtora Apoio/Agradecimento: Grupo Gestopatas, Teatro ZabriskieApoio Emocional: Romeu RenerDIA 23/10 ÁS 20H NO TEATRO ZABRISKIE - GOIÂNIA - GOIndicação: LIVRE Duração: 50 minutos APRESENTAÇÃO ÚNICA
Processo Criativo:
O processo de criação dos espetáculos parte de uma investigação artística sobre a primeira infância como território de descoberta do mundo e formação das relações humanas. A pesquisa busca compreender como surgem as primeiras experiências de convivência, afeto, conflito e imaginação.
Esse percurso já se manifesta em diferentes trabalhos da companhia. No solo “Jujuba Para Dias de Chuva”, a dramaturgia investiga o cuidado, o afeto e a relação entre adulto e criança, trazendo também a ideia da criança interior presente no adulto. O espetáculo trabalha a delicadeza do encontro, da escuta e da proteção como elementos fundamentais da experiência humana.
Já no processo de criação do espetáculo “Parquinho”, a pesquisa se volta para o espaço do brincar como território social e formador de identidade. O parquinho é compreendido como um microcosmo da sociedade, onde acontecem as primeiras negociações, disputas, frustrações, amizades e descobertas de convivência. A dramaturgia se estrutura a partir da relação entre duas crianças com personalidades opostas, revelando diferentes formas de perceber e ocupar o mundo.
Ficha Técnica:
Idealização: Cia. Sei Lá o Quê de Teatro
Criação, dramaturgia e atuação: Arthur Pimenta e Tiago Rener
Supervisão de direção: Julia Pastore
Trilha sonora: Tê Paiva
Figurino: Vilma Lopes
Iluminação: Rafael Vasquez
Máscaras/Maquiagem: Arthur Pimenta
Cenografia: Tiago Rener
Aderecistas: Ademir de Souza, Arthur Pimenta e Rafael Vasquez
Produção local/Técnica: Lorrana Flores e Rubens Lázaro
Gravação audiovisual: Breve Produtora
Apoio/Agradecimento: Grupo Gestopatas, Teatro Zabriskie
Apoio Emocional: Romeu Rener
DIA 23/10 ÁS 20H NO TEATRO ZABRISKIE - GOIÂNIA - GO
Indicação: LIVRE
Duração: 50 minutos
APRESENTAÇÃO ÚNICA
Dia e horário
Sexta, 23 de outubro de 2026 às 20:00
Como chegar
Teatro Zabriskie
Avenida Antônio Martins Borges121
Setor Pedro Ludovico , Goiânia - GO
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Organizado por
Cia. Sei Lá o Quê de Teatro
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