Sobre o evento
“Lábios que Beijei”, adaptação da obra de Aguinaldo Silva retratando sua chegada ao Rio durante a ditadura, chega ao Teatro Glauce RochaAdaptação inédita de Júlio Kadetti, supervisionada pelo próprio Aguinaldo Silva, apresenta no Teatro Glauce Rocha (Funarte) a Lapa dos anos de chumbo em uma emocionante história sobre sonhos e resistênciaMuito antes de criar personagens que conquistariam milhões de brasileiros na televisão, Aguinaldo Silva viveu uma história que parecia destinada à ficção. Aos vinte e poucos anos, recém-chegado do Nordeste no Rio de Janeiro, encontrou na efervescente e contraditória Lapa do final da década de 1960 um refúgio para sonhar com a literatura. É dessa experiência profundamente pessoal — considerada pelo próprio Aguinaldo quase autobiográfica — que nasce a história do espetáculo teatral "Lábios que Beijei", que estreia no palco do Teatro Glauce Rocha, no centro, de 2 a 31 de outubro de 2026, às sextas e sábados às 19h.Com adaptação inédita de Júlio Kadetti, supervisão de Aguinaldo Silva e direção de Marco Miranda, a montagem transporta o público para uma Lapa pulsante, marcada simultaneamente pela rebeldia boêmia e pela repressão brutal da ditadura militar.No centro da narrativa está um jovem escritor negro conhecido como "a Escritora", que chega ao Rio de Janeiro em 1969 determinado a escrever um romance capaz de ser comparado às obras de Jean Genet. Munido apenas de sua máquina de escrever, seu jeito inocente vai de encontro com a brutal realidade dos malandros, prostitutas e outros personagens marginalizados da noite carioca, que estão à parte de uma sociedade que insiste em ignorá-los.Enquanto o país celebra a conquista da Copa do Mundo de 1970 e alimenta uma imagem de prosperidade, a pesada violência dos porões da ditadura se faz presente nas ruas, atingindo justamente aqueles considerados indesejáveis. Unidos pela necessidade de sobreviver diante da perseguição, da censura e da intolerância, os marginalizados da Lapa resistem do jeito que é possível.O diretor Marco Miranda, que coordena o elenco composto por 10 atores, comenta que a obra é “uma ótima oportunidade de mergulharmos no lado humano de todos os personagens, com todos os seus conflitos, medos e principalmente seus amores. Existem grandes contrastes em alguns deles. Tais contrastes levam a choques, encontros e desencontros”, diz o diretor.Ao reviver um importante momento histórico brasileiro, "Lábios que Beijei" propõe uma reflexão sobre liberdade e permanência, celebrando a diversidade tão falada hoje nos dias atuais. Em cena, a Lapa deixa de ser apenas um cenário para se tornar um personagem vivo — um espaço onde arte e sobrevivência caminham lado a lado, mesmo nos períodos mais sombrios da história brasileira. A força da dramaturgia lembra que a violência, a exclusão e a intolerância continuam atingindo, décadas depois, muitos dos mesmos grupos sociais. Ao estabelecer um diálogo entre passado e presente, o espetáculo convida o público a refletir sobre memória, identidade e pertencimento. ServiçoLÁBIOS QUE BEIJEITemporada: 2 a 31 de outubro de 2026, às sextas e sábados às 19h.Local: Teatro Glauce Rocha - Av. Rio Branco, 179 - Centro (metrô Carioca)Dias e horários: Sextas e sábados, às 19h.Ingressos: Sympla e bilheteriaClassificação indicativa: 16 anos | Duração: 75 minutosFicha TécnicaAutoria: Júlio KadettiSupervisão: Aguinaldo SilvaAdaptação do livro "Lábios que Beijei", de Aguinaldo SilvaDireção: Marco MirandaCenografia: José DiasProjeções multimídia: Rodolfo AbreuFigurinos: Mariana Pais e Rian OakIluminação: Aurélio de SimoniProdução: DelRio Realizações e Isabella Barros ProduçõesAssistente de Produção: Luis Mousinho
Assessoria de Comunicação: Rodolfo Abreu | Interativa DOCInstagram: https://www.instagram.com/labiosquebeijei.teatro/
“Lábios que Beijei”, adaptação da obra de Aguinaldo Silva retratando sua chegada ao Rio durante a ditadura, chega ao Teatro Glauce Rocha
Adaptação inédita de Júlio Kadetti, supervisionada pelo próprio Aguinaldo Silva, apresenta no Teatro Glauce Rocha (Funarte) a Lapa dos anos de chumbo em uma emocionante história sobre sonhos e resistência
Muito antes de criar personagens que conquistariam milhões de brasileiros na televisão, Aguinaldo Silva viveu uma história que parecia destinada à ficção. Aos vinte e poucos anos, recém-chegado do Nordeste no Rio de Janeiro, encontrou na efervescente e contraditória Lapa do final da década de 1960 um refúgio para sonhar com a literatura. É dessa experiência profundamente pessoal — considerada pelo próprio Aguinaldo quase autobiográfica — que nasce a história do espetáculo teatral "Lábios que Beijei", que estreia no palco do Teatro Glauce Rocha, no centro, de 2 a 31 de outubro de 2026, às sextas e sábados às 19h.
Muito antes de criar personagens que conquistariam milhões de brasileiros na televisão,
Aguinaldo Silva
viveu uma história que parecia destinada à ficção. Aos vinte e poucos anos,
recém-chegado do Nordeste
no Rio de Janeiro, encontrou na efervescente e contraditória
Lapa
do final da década de 1960 um refúgio para sonhar com a literatura. É dessa experiência profundamente pessoal — considerada pelo próprio Aguinaldo quase autobiográfica — que nasce a história do espetáculo teatral
"Lábios que Beijei"
, que estreia no palco do
Teatro Glauce Rocha
, no centro, de
2 a 31 de outubro
de 2026, às
sextas e sábados às 19h
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Com adaptação inédita de Júlio Kadetti, supervisão de Aguinaldo Silva e direção de Marco Miranda, a montagem transporta o público para uma Lapa pulsante, marcada simultaneamente pela rebeldia boêmia e pela repressão brutal da ditadura militar.
Com adaptação inédita de
Júlio Kadetti
, supervisão de
Aguinaldo Silva
e direção de
Marco Miranda
, a montagem transporta o público para uma Lapa pulsante, marcada simultaneamente pela
rebeldia boêmia
e pela repressão brutal da
ditadura militar.
No centro da narrativa está um jovem escritor negro conhecido como "a Escritora", que chega ao Rio de Janeiro em 1969 determinado a escrever um romance capaz de ser comparado às obras de Jean Genet. Munido apenas de sua máquina de escrever, seu jeito inocente vai de encontro com a brutal realidade dos malandros, prostitutas e outros personagens marginalizados da noite carioca, que estão à parte de uma sociedade que insiste em ignorá-los.
No centro da narrativa está
um jovem escritor negro
conhecido como "
a Escritora
", que chega ao Rio de Janeiro em
1969
determinado a escrever um romance capaz de ser comparado às obras de
Jean Genet
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inocente
vai de encontro com a brutal realidade dos
malandros, prostitutas
e outros personagens marginalizados da noite carioca, que estão à parte de uma sociedade que insiste em ignorá-los.
Enquanto o país celebra a conquista da Copa do Mundo de 1970 e alimenta uma imagem de prosperidade, a pesada violência dos porões da ditadura se faz presente nas ruas, atingindo justamente aqueles considerados indesejáveis. Unidos pela necessidade de sobreviver diante da perseguição, da censura e da intolerância, os marginalizados da Lapa resistem do jeito que é possível.
Enquanto o país celebra a conquista da
Copa do Mundo de 1970
e alimenta uma imagem de prosperidade, a pesada violência dos
porões da ditadura
se faz presente nas ruas, atingindo justamente aqueles considerados indesejáveis. Unidos pela necessidade de sobreviver diante da perseguição, da censura e da intolerância, os marginalizados da Lapa resistem do jeito que é possível.
O diretor Marco Miranda, que coordena o elenco composto por 10 atores, comenta que a obra é “uma ótima oportunidade de mergulharmos no lado humano de todos os personagens, com todos os seus conflitos, medos e principalmente seus amores. Existem grandes contrastes em alguns deles. Tais contrastes levam a choques, encontros e desencontros”, diz o diretor.
O diretor
Marco Miranda
, que coordena o elenco composto por 10 atores, comenta que a obra é “uma ótima oportunidade de mergulharmos no lado humano de todos os personagens, com todos os seus conflitos, medos e principalmente seus amores. Existem grandes contrastes em alguns deles. Tais contrastes levam a choques, encontros e desencontros”, diz o diretor.
Ao reviver um importante momento histórico brasileiro, "Lábios que Beijei" propõe uma reflexão sobre liberdade e permanência, celebrando a diversidade tão falada hoje nos dias atuais. Em cena, a Lapa deixa de ser apenas um cenário para se tornar um personagem vivo — um espaço onde arte e sobrevivência caminham lado a lado, mesmo nos períodos mais sombrios da história brasileira. A força da dramaturgia lembra que a violência, a exclusão e a intolerância continuam atingindo, décadas depois, muitos dos mesmos grupos sociais. Ao estabelecer um diálogo entre passado e presente, o espetáculo convida o público a refletir sobre memória, identidade e pertencimento.
Ao reviver um importante momento histórico brasileiro,
"Lábios que Beijei"
propõe uma reflexão sobre
liberdade e permanência
, celebrando a
diversidade
tão falada hoje nos dias atuais. Em cena, a
Lapa
deixa de ser apenas um cenário para se tornar um personagem vivo — um espaço onde arte e sobrevivência caminham lado a lado, mesmo nos períodos mais sombrios da história brasileira. A força da dramaturgia lembra que
a violência, a exclusão e a intolerância
continuam atingindo, décadas depois, muitos dos mesmos grupos sociais. Ao estabelecer um
diálogo entre passado e presente
, o espetáculo convida o público a refletir sobre
memória, identidade e pertencimento
.
Serviço
LÁBIOS QUE BEIJEITemporada: 2 a 31 de outubro de 2026, às sextas e sábados às 19h.Local: Teatro Glauce Rocha - Av. Rio Branco, 179 - Centro (metrô Carioca)Dias e horários: Sextas e sábados, às 19h.Ingressos: Sympla e bilheteriaClassificação indicativa: 16 anos | Duração: 75 minutos
LÁBIOS QUE BEIJEI
Temporada:
2 a 31 de outubro
de 2026, às
sextas e sábados às 19h
.
Local:
Teatro Glauce Rocha -
Av. Rio Branco, 179 - Centro
(metrô Carioca)
Dias e horários:
Sextas e sábados, às 19h.
Ingressos: Sympla e bilheteria
Classificação indicativa:
16 anos |
Duração:
75 minutos
Ficha TécnicaAutoria: Júlio KadettiSupervisão: Aguinaldo SilvaAdaptação do livro "Lábios que Beijei", de Aguinaldo SilvaDireção: Marco MirandaCenografia: José DiasProjeções multimídia: Rodolfo AbreuFigurinos: Mariana Pais e Rian OakIluminação: Aurélio de SimoniProdução: DelRio Realizações e Isabella Barros ProduçõesAssistente de Produção: Luis Mousinho
Assessoria de Comunicação: Rodolfo Abreu | Interativa DOCInstagram: https://www.instagram.com/labiosquebeijei.teatro/
Ficha Técnica
Autoria:
Júlio Kadetti
Supervisão:
Aguinaldo Silva
Adaptação do livro "Lábios que Beijei", de Aguinaldo Silva
Direção:
Marco Miranda
Cenografia:
José Dias
Projeções multimídia:
Rodolfo Abreu
Figurinos:
Mariana Pais e Rian Oak
Iluminação:
Aurélio de Simoni
Produção:
DelRio Realizações e Isabella Barros Produções
Assistente de Produção: Luis Mousinho
Assessoria de Comunicação:
Assistente de Produção:
Luis Mousinho
Rodolfo Abreu | Interativa DOC
Instagram:
https://www.instagram.com/labiosquebeijei.teatro/
Dia e horário
De: Terça, 20 de outubro de 2026 às 19:00
Até: Sábado, 31 de outubro de 2026 às 20:15
Como chegar
Teatro Glauce Rocha, FUNARTE
Avenida Rio Branco179
Centro, Rio de Janeiro - RJ
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Organizado por
DelRio Realizações
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