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Imagem do Quarteto Vozes Arandu
Teatros e Espetáculos

Domingo, 26 de julho

Quarteto Vozes Arandu

Jundiaí - SP

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Sobre o evento

O grupo Vozes Arandu convida o público para uma experiência musical que atravessa séculos, culturas e sonoridades. Formado por cantores profissionais com ampla trajetória na música coral, o grupo apresenta um programa que reúne obras de diferentes períodos históricos e de compositores e compositoras de diversas partes do mundo, revelando a riqueza e a versatilidade do repertório para pequenas formações vocais. Entre suas principais missões está a valorização da produção musical brasileira, tanto em sua tradição quanto em sua vertente de vanguarda, reconhecendo nela um espaço privilegiado de identidade, memória e expressão artística. Em seus concertos, o grupo combina obras historicamente associadas ao repertório de câmara vocal, estreias de peças escritas especialmente para o quarteto e releituras inovadoras de obras ligadas ao universo coral. Com rigor técnico, sensibilidade interpretativa e uma busca constante pelo diálogo entre música e público, o Vozes Arandu transforma cada apresentação em um convite à escuta atenta e à descoberta. Mais do que um concerto, esta é uma oportunidade de vivenciar a força da voz humana em sua forma mais íntima e expressiva, onde tempo, palavra e som se encontram para emocionar, conectar e revelar novas perspectivas. Integrantes: Fernanda Ribeiro, soprano Clarissa Cabral, contralto Marcus Loureiro, tenor João Vitor Ladeira, baixo. Programa: Sarah Rimkus (1990), “Cantus Firmus”  (2’20”) Beatriz Corona (1962), “Penas” (2’51”) Antônio Celso Ribeiro (1962), “Diário Interrompido” Há sempre um sonho no meu deserto (1’20”) Nada (0’45”) Sem pronúncia (1’35”) Inverno (2’20”) Mar (2’00”) Túnel do tempo (1’40”) Ressonâncias (0’35”) Robert Schumann (1810-1856), “Der König in Thule” (3’01”) Clément Janequin (1485-1558), “La Guerre” (6’) Osvaldo Lacerda (1927-2011), “Pai Nosso” (1’55”) Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767–1830), “Gradual para Domingo de Ramos” (3’40”) Fanny Mendelssohn (1805-1847), “Im Herbste” (2’) Johannes Brahms (1833-1897), “Im Herbst” Op.114 (3’57”) Clément Janequin (1485-1558), “Le Chant des Oiseaux” (5’52”) Josquin Desprez (c.1450-1521), “El Grillo” (2’) Sarah Rimkus (1990), “Cantus Firmus”  (2’20”) Beatriz Corona (1962), “Penas” (2’51”) Antônio Celso Ribeiro (1962), “Diário Interrompido” Há sempre um sonho no meu deserto (1’20”) Nada (0’45”) Sem pronúncia (1’35”) Inverno (2’20”) Mar (2’00”) Túnel do tempo (1’40”) Ressonâncias (0’35”) Há sempre um sonho no meu deserto (1’20”) Nada (0’45”) Sem pronúncia (1’35”) Inverno (2’20”) Mar (2’00”) Túnel do tempo (1’40”) Ressonâncias (0’35”) Robert Schumann (1810-1856), “Der König in Thule” (3’01”) Clément Janequin (1485-1558), “La Guerre” (6’) Osvaldo Lacerda (1927-2011), “Pai Nosso” (1’55”) Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767–1830), “Gradual para Domingo de Ramos” (3’40”) Fanny Mendelssohn (1805-1847), “Im Herbste” (2’) Johannes Brahms (1833-1897), “Im Herbst” Op.114 (3’57”) Clément Janequin (1485-1558), “Le Chant des Oiseaux” (5’52”) Josquin Desprez (c.1450-1521), “El Grillo” (2’)

Dia e horário

Domingo, 26 de julho de 2026 às 11:00

Como chegar

Igreja Santa Clara
Rua Noé Roveri213
Jundiaí - SP

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Organizado por

Sociedade Jundiaiense de Cultura Artística - SJCA