Sobre o evento
1.
Contextualização
A inserção de sistemas de
armazenamento de energia, especialmente por meio de baterias, consolida-se como
um dos principais vetores estruturantes da transição energética mundial. No
contexto brasileiro, a crescente expansão das fontes renováveis intermitentes
em especial a geração solar fotovoltaica e eólica impõe novos desafios
operacionais, regulatórios e tecnológicos ao Sistema Interligado Nacional
(SIN).
Nesse
cenário, o armazenamento de energia passa a desempenhar papel estratégico para:
Ampliação da flexibilidade
operativa do sistema elétrico;
Aumento da confiabilidade e
segurança energética;
Mitigação dos efeitos da
intermitência das fontes renováveis;
Suporte à estabilidade
eletroenergética;
Otimização do despacho e do
gerenciamento da geração.
Ampliação da flexibilidade
operativa do sistema elétrico;
Aumento da confiabilidade e
segurança energética;
Mitigação dos efeitos da
intermitência das fontes renováveis;
Suporte à estabilidade
eletroenergética;
Otimização do despacho e do
gerenciamento da geração.
O tema torna-se ainda mais
relevante diante da necessidade de modernização da matriz elétrica brasileira e
da crescente demanda por soluções que conciliem sustentabilidade, segurança e
eficiência operacional.
2.
Objetivo do Seminário
Promover um debate técnico e
institucional sobre os desafios e oportunidades associados ao armazenamento de
energia no Brasil, abordando aspectos tecnológicos, regulatórios, operacionais
e estratégicos relacionados à expansão das fontes renováveis intermitentes e à
operação do sistema elétrico nacional.
O seminário buscará integrar
representantes da academia, órgãos reguladores, entidades setoriais, operadores
do sistema e indústria, fomentando discussões sobre:
planejamento energético e
inserção do armazenamento na expansão da matriz;
modelos regulatórios e
mecanismos de remuneração;
tecnologias de armazenamento e
seus desafios econômicos;
integração entre
armazenamento, geração renovável e operação do SIN;
serviços ancilares e suporte à
estabilidade do sistema elétrico.
planejamento energético e
inserção do armazenamento na expansão da matriz;
modelos regulatórios e
mecanismos de remuneração;
tecnologias de armazenamento e
seus desafios econômicos;
integração entre
armazenamento, geração renovável e operação do SIN;
serviços ancilares e suporte à
estabilidade do sistema elétrico.
3.
Estrutura do Seminário
Palestra
de Abertura
O
Populismo no Congresso Nacional e os Impactos no Planejamento Energético
Brasileiro
Eixos
de discussão:
judicialização
e insegurança regulatória;
interferências
legislativas no planejamento energético;
subsídios
cruzados e distorções econômicas;
impactos
tarifários e sustentabilidade setorial;
expansão
descoordenada da geração incentivada;
consequências
para a confiabilidade e racionalidade do SIN.
judicialização
e insegurança regulatória;
interferências
legislativas no planejamento energético;
subsídios
cruzados e distorções econômicas;
impactos
tarifários e sustentabilidade setorial;
expansão
descoordenada da geração incentivada;
consequências
para a confiabilidade e racionalidade do SIN.
Painel
1: Políticas Públicas e Regulamentação para Soluções de Armazenamento em
Baterias
Temas
sugeridos:
marco
regulatório para sistemas de armazenamento;
inserção
das baterias no planejamento energético nacional;
papel
da MME, ANEEL, BNDES;
modelos
de negócio e remuneração dos serviços ancilares;
regulação
para conexão, operação e comercialização;
incentivos
tecnológicos e industrialização nacional.
marco
regulatório para sistemas de armazenamento;
inserção
das baterias no planejamento energético nacional;
papel
da MME, ANEEL, BNDES;
modelos
de negócio e remuneração dos serviços ancilares;
regulação
para conexão, operação e comercialização;
incentivos
tecnológicos e industrialização nacional.
Painel
2: Curtailment e os Impactos na Expansão da Geração Renovável
Temas
sugeridos:
Crescimento
das restrições operativas no SIN;
Limitações
de transmissão e escoamento energético;
Efeitos
econômicos sobre empreendimentos renováveis;
Redução
de atratividade para novos investimentos;
Papel
do armazenamento na mitigação do curtailment;
Planejamento
da expansão versus realidade operativa.
Crescimento
das restrições operativas no SIN;
Limitações
de transmissão e escoamento energético;
Efeitos
econômicos sobre empreendimentos renováveis;
Redução
de atratividade para novos investimentos;
Papel
do armazenamento na mitigação do curtailment;
Planejamento
da expansão versus realidade operativa.
Painel
3: Papel Estratégico do Armazenamento no Planejamento e na Operação do SIN
Temas
sugeridos:
Serviços
sistêmicos providos pelo armazenamento;
Reserva
operativa e confiabilidade energética;
Flexibilidade
operativa em cenários de alta penetração renovável;
Atuação
do armazenamento na operação coordenada do ONS.
Serviços
sistêmicos providos pelo armazenamento;
Reserva
operativa e confiabilidade energética;
Flexibilidade
operativa em cenários de alta penetração renovável;
Atuação
do armazenamento na operação coordenada do ONS.
Painel
4: Desafios Tecnológicos, Econômicos e Operacionais do Armazenamento de Energia
Temas
sugeridos:
Tecnologias
de armazenamento:
Vida
útil, degradação e segurança operacional;
Cadeia
de suprimentos e dependência tecnológica;
Integração
com geração solar e eólica;
Perspectivas
futuras e escalabilidade.
Tecnologias
de armazenamento:
Vida
útil, degradação e segurança operacional;
Cadeia
de suprimentos e dependência tecnológica;
Integração
com geração solar e eólica;
Perspectivas
futuras e escalabilidade.
4.
Mensagem Estratégica do Evento
O
armazenamento de energia tornou-se elemento essencial para a modernização do
setor elétrico brasileiro, consolidando-se como ferramenta estratégica para:
Integração
segura de fontes renováveis intermitentes;
Ampliação
da flexibilidade operativa do SIN;
Aumento
da confiabilidade energética;
Mitigação
de restrições operacionais e curtailment;
Sustentação
da transição energética nacional.
Integração
segura de fontes renováveis intermitentes;
Ampliação
da flexibilidade operativa do SIN;
Aumento
da confiabilidade energética;
Mitigação
de restrições operacionais e curtailment;
Sustentação
da transição energética nacional.
O
avanço dessa agenda exigirá coordenação entre planejamento, regulação, operação
do sistema e desenvolvimento tecnológico, promovendo maior segurança,
eficiência e sustentabilidade para a matriz elétrica brasileira.
Carlos
Frederico Fronza
Presidente
da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas SC
Raimundo
Nonato Gonçalves Robert
Diretor
Financeiro da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas SC
José
Antonio Latronico Filho
Diretor
Assistente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas SC
Dia e horário
Quarta, 22 de julho de 2026 às 08:30
Como chegar
Celesc
Avenida Itamarati160
Itacorubi, Florianópolis - SC
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Organizado por
Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas - ABEE SC
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