Sobre o evento
SONORA BRASIL APRESENTA: REVERBERAÇÕES AFRO E INDÍGENAS
As sonoridades afro e indígenas ocupam o centro da programação da 28ª edição do Sonora Brasil em 2026. Com o tema “Reverberações Afro e Indígenas”, o projeto propõe uma escuta voltada a expressões musicais que atravessam tempos, territórios e modos de vida, reconhecendo essas presenças não apenas como matrizes da formação cultural brasileira, mas como forças vivas de criação, permanência e reinvenção.
As sonoridades afro e indígenas ocupam o centro da programação da 28ª edição do
Sonora Brasil
em 2026. Com o tema
“Reverberações Afro e Indígenas”
, o projeto propõe uma escuta voltada a expressões musicais que atravessam tempos, territórios e modos de vida, reconhecendo essas presenças não apenas como matrizes da formação cultural brasileira, mas como forças vivas de criação, permanência e reinvenção.
03/11 as 19h- CABOKAJI (BA) apresenta SALVAGUARDA. O grupo combina música e performance em uma proposta sensorial que aproxima o público de uma dimensão ritual. Inspirado por encantamentos, forças da floresta e dimensões simbólicas da terra, o show articula referências pindorâmicas e afro-brasileiras com elementos eletrônicos e dançantes. Originário da cena contemporânea baiana, o Cabokaji é uma plataforma artística que cruza música, performance e pensamento a partir das matrizes indígeno-pindorâmica e afro-brasileira.
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CABOKAJI (BA) apresenta SALVAGUARDA.
O grupo combina música e performance em uma proposta sensorial que aproxima o público de uma dimensão ritual. Inspirado por encantamentos, forças da floresta e dimensões simbólicas da terra, o show articula referências pindorâmicas e afro-brasileiras com elementos eletrônicos e dançantes.
Originário da cena contemporânea baiana, o
Originário da cena contemporânea baiana,
o
Cabokaji
é uma plataforma artística que cruza música, performance e pensamento a partir das matrizes indígeno-pindorâmica e afro-brasileira.
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ataforma artística que cruza música, performance e pensamento a partir das matrizes indígeno-pindorâmica e afro-brasileira.
04/11 as 19h- GEAN RAMOS PANKARARU (PE) apresenta “Confluências”. No encontro entre a resistência negra e a ancestralidade indígena, o espetáculo propõe um manifesto musical que valoriza as vozes dos territórios Pankararu e recupera a história de aproximação entre povos que contribuíram para a formação da identidade brasileira. O espetáculo busca construir um espaço de memória, reconhecimento e afirmação cultural. Natural da Aldeia Pankararu, no município de Jatobá (PE), Gean Ramos Pankararu atua como cantor, compositor, produtor musical, roteirista e articulador cultural. Com mais de duas décadas de carreira, é reconhecido como um dos precursores da música indígena contemporânea no Brasil. É autor de seis álbuns e vencedor de prêmios como o Festival Edésio Santos da Canção, o São Paulo ExpoSamba e o Prêmio Grão de Música. Também foi indicado ao Indigenous Music Awards (Canadá) e ao Grammy Latino.
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- GEAN RAMOS PANKARARU (PE) apresenta
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GEAN RAMOS PANKARARU (PE) apresenta
“Confluências”
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No encontro entre a resistência negra e a ancestralidade indígena, o espetáculo propõe um manifesto musical que valoriza as vozes dos territórios Pankararu e recupera a história de aproximação entre povos que contribuíram para a formação da identidade brasileira. O espetáculo busca construir um espaço de memória, reconhecimento e afirmação cultural.
Natural da Aldeia Pankararu, no município de Jatobá (PE), Gean Ramos Pankararu atua como cantor, compositor, produtor musical, roteirista e articulador cultural. Com mais de duas décadas de carreira, é reconhecido como um dos precursores da música indígena contemporânea no Brasil.
É autor de seis álbuns e vencedor de prêmios como o Festival Edésio Santos da Canção, o São Paulo ExpoSamba e o Prêmio Grão de Música. Também foi indicado ao Indigenous Music Awards (Canadá) e ao Grammy Latino.
05/11 as 19h- NDERÉ OBLÉ (RS) apresenta “Ancestral-Futuro”. O espetáculo atravessa tempos, sons e territórios por meio do encontro entre vozes, percussões, instrumentos de corda e elementos eletrônicos. O repertório reúne canções autorais, poesia e memórias de travessia, estabelecendo conexões entre oralidade, corpo e tecnologia. Percussões e samples, sons da natureza e ruídos elétricos, canto e escuta se aproximam em uma construção musical que busca relacionar passado, presente e futuro.
05/11 as 19h- NDERÉ OBLÉ (RS) apresenta
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O espetáculo atravessa tempos, sons e territórios por meio do encontro entre vozes, percussões, instrumentos de corda e elementos eletrônicos. O repertório reúne canções autorais, poesia e memórias de travessia, estabelecendo conexões entre oralidade, corpo e tecnologia. Percussões e samples, sons da natureza e ruídos elétricos, canto e escuta se aproximam em uma construção musical que busca relacionar passado, presente e futuro.
06/11 as 19h- SURARAS DO TAPAJÓS (PA) apresenta "Vozes da Floresta". Originárias de Alter do Chão, em Santarém (PA), território do povo Borari, as Suraras transformam o palco em um espaço de afirmação cultural, política e estética. A música tradicional amazônica se encontra com o protagonismo feminino indígena e com a defesa dos territórios da floresta, em uma apresentação que evidencia a força das mulheres indígenas na preservação e na renovação das tradições culturais. O repertório mescla composições autorais e clássicos da música paraense, com letras que abordam a natureza, a força feminina, a ancestralidade indígena e a relação profunda com as águas e a terra. Parte das canções é interpretada em Nheengatu, língua falada por povos do Baixo Tapajós, reforçando o compromisso do grupo com a valorização e a preservação das línguas e dos saberes originários.
06/11
as 19h
- SURARAS DO TAPAJÓS (PA) apresenta "Vozes da Floresta".
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SURARAS DO TAPAJÓS (PA) apresenta "Vozes da Floresta".
Originárias de Alter do Chão, em Santarém (PA), território do povo Borari, as Suraras transformam o palco em um espaço de afirmação cultural, política e estética. A música tradicional amazônica se encontra com o protagonismo feminino indígena e com a defesa dos territórios da floresta, em uma apresentação que evidencia a força das mulheres indígenas na preservação e na renovação das tradições culturais.
O repertório mescla composições autorais e clássicos da música paraense, com letras que abordam a natureza, a força feminina, a ancestralidade indígena e a relação profunda com as águas e a terra. Parte das canções é interpretada em Nheengatu, língua falada por povos do Baixo Tapajós, reforçando o compromisso do grupo com a valorização e a preservação das línguas e dos saberes originários.
Dia e horário
De: Terça, 03 de novembro de 2026 às 19:00
Até: Sexta, 06 de novembro de 2026 às 21:00
Como chegar
Sesc Teatro Prosa
Rua Anhanduí200
Centro, Campo Grande - MS
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Organizado por
Sesc Teatro Prosa
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